Margot revelou para um site de entretenimento a data do início das filmagens de Birds of Prey. A atriz também comentou sobre o filme receber um orçamento muito menor do que os outros filmes da DC. Confira:

Margot Robbie irá reprisar seu papel de Esquadrão Suicida, Harley Quinn, quatro vezes nos próximos anos. Por agora, no entanto, sua mente está no primeiro desses projetos, Birds of Prey. Além de interpretar Harley, ela também está produzindo o filme e confirmou exclusivamente ao Flickering Myth que as filmagens começam em janeiro de 2019.

Em uma entrevista para discutir Terminal, seu mais novo filme como estrela e produtora, Robbie revelou que a data do começo de Birds of Prey é para janeiro e descreveu o filme como “diferente” dos outros títulos da DC com a Harley Quinn. O filme não somente será para maiores, mas também terá “um orçamento muito menor.”

Birds of Prey é uma série da DC Comics focada em um grupo de heroínas. As personagens que vão aparecer no filme ainda não foram reveladas, mas Batgirl, Canário Negro e Caçadora são as favoritas para fazer companhia a Harleen Quinzel de Robbie. A direção fica com Cathy Yan e roteiro de Christina Hodson.

Nenhuma data de estreia foi definida para o filme ainda, mas poderemos ter um anúncio no final do mês durante o painel da Warner Bros para os filmes da DC na San Diego Comic-Con.

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

Margot Robbie conversou com o Yahoo Movies UK durante a divulgação de Terminal, e contou que está dando duro para conseguir que o elenco de Birds of Prey tenha diversidade. A atriz também falou que teremos novos figurinos para a Harley Quinn, confira:

Margot Robbie trabalhou muito para conseguir Cathy Yan como diretora para Birds of Prey, o que marcou como a primeira mulher não-branca a dirigir um filme da DC.

Agora, a atriz que interpreta Harley Quinn confirmou ao Yahoo Movies durante uma entrevista sobre seu novo filme Terminal, que ela irá fazer o mesmo esforço de contratar seus colegas de elenco com a mesma diversidade.

“A vida não é apenas uma imagem específica,” Robbie disse. “Temos quer refletir isso nas telas.”

Birds of Prey é uma série da DC Comics que é focada em um grupo em constante mudança de heroínas, vilãs e anti-heroínas.

Ainda não está claro quais personagens irão aparecer no filme, mas é quase certo que Batgirl/Barbara Gordon irá, já que ela terá seu próprio filme solo. Também há chances da Katana (Karen Fukuhara), de Suicide Squad, aparecer já que ela também já fez parte da série de quadrinhos.

Canário Negro, Caçadora, Mulher Gato, Mulher Gavião, Poderosa, Hera Venenosa, e Vixen são algumas opções para o filme, que Robbie descreve como um “filme para maiores com uma gangue de garotas.”

Robbie também confirmou ao Yahoo Movies que Harley Quinn terá um visual completamente novo, mas não pode revelar detalhes sobre o novo figurino.

“Honestamente, é porque o figurino ainda não foi desenhado, mas sim, ela terá novas roupas,” a atriz confirmou. “Teremos novas fantasias de Halloween por aí, algum dia.”

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

Durante a divulgação de Terminal em Londres, Margot foi questionada sobre uma participante do reality show britânico Love Island que está dando o que falar nas redes sociais por sua semelhança com a atriz australiana. Confira:

Falando com o Metro.co.uk, Margot admitiu que ela ama Love Island e pergunta “Quem não?”

Excelente pergunta.

Mas ela admite que não vê a semelhança entre ela e Megan Barton Hanson – e que ela ficou chocada em descobrir que os participantes sabiam quem ela era.

“Estávamos assistindo outro dia e eu acho que o Alex disse isso, e todos perdemos a cabeça!” Ela diz.

Divulgando seu novo neo-noir thriller Terminal, ela adiciona: “Ficamos tipo, ‘Meu Deus, eles sabem quem eu sou em Love Island!’”

“Pessoalmente, eu não vejo semelhança. Tínhamos acabado de beber cerveja e comer batata frita, pensamos ‘Somos tão nojentos e gordos, eles nunca deixaram a gente entrar em Love Island.’”

“Todos eles têm corpos incríveis, são tão lindos e estão sempre arrumados, e quando eles disseram que eu pareço com ela, ficamos ‘Meu Deus!’”

E para quem ela está torcendo?

“Jack e Dani,” ela diz enquanto sorri.

“Você tem que torcer para eles, é o casal de ouro.”

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

Durante uma entrevista, Margot Robbie e Simon Pegg, ao lado do diretor Vaughn Stein, falaram sobre Terminal e as semelhanças do filme com o conto Alice no País das Maravilhas. Confira:

Não se engane: Margot Robbie é a dona do show na tela e por trás das cenas do novo suspense Terminal, onde ela interpreta uma mulher fatal vingativa com um objetivo com assassinos contratados e personagens obscuros ambientados em um filme noir com muito neon.

“Ela é uma garçonete estranha com uma fascinação mórbida por morte,” a atriz e produtora Robbie conta para o L.A. Weekly sobre sua personagem Annie, que possui muitas cartas nas mangas. “Como ela diz no filme, ela tem um desejo pela escuridão e depravação. Ela fica muito feliz com esses prazeres sádicos.”

O primeiro filme do diretor e roteirista Vaughn Stein faz menções à Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, com um toque de Sin City. As co-estrelas Simon Pegg, Mike Myers, Dexter Fletcher e Max Irons são jogadores presos na teia sinistra de Annie.

A indicação de Robbie como Melhor Atriz no Oscar por Eu, Tonya foi a chave para trazer a história de Stein para a vida. Com sua produtora LuckyChap Entertainment, ela trabalhou para desenvolver o roteiro, conseguir financiamento, juntar a equipe ideal, caçar locações e escalar o elenco para conseguir um tom específico. “E então nós fomos para a luta,” ela disse. Com certeza, a atriz australiana tem direito de estar orgulhosa de seu último projeto, tendo em vista os desafios do financiamento para filmes independentes.

“Vaughn tinha tantas boas ideias,” ela lembra de sua primeira lida em Terminal. “Eu comecei a fazer muitas perguntas, mas eu não esperava que ele tivesse uma resposta sobre as motivações e histórias passadas, e ele tinha respostas incríveis. E eu fiquei tipo, ‘Bom, vamos colocar isso no roteiro, é tão bom!’”

Como Stein diz sobre a versão do filme sobre a fábula, “Eu realmente queria converter o conto de fadas urbano, e eu acho que Alice no País das Maravilhas foi um jeito elegante de fazer isso, nós realmente colocamos isso no DNA do filme,” ele conta para o L.A. Weekly. “A iconografia de Alice é tão universal, todos conhecem e todos reconhecem o Chapeleiro Maluco, a Lagarta fumante, essas coisas estão na consciência de todos.”

Repleto de “easter eggs” – desde as placas até o figurino, diálogo e cinco músicas originais de Alice no País das Maravilhas escritas para o filme por Newton Faulkner – o truque para assistir Terminal é tentar determinar quem reflete quem do clássico de Carroll, já que a maioria dos personagens não é o que parece – incluindo Annie. “Isso encaixa muito bem no ambiente,” Stein diz. “O conto tem um senso de hipnose e elementos caleidoscópicos, então fez sentido juntar em Terminal.”

Pegg como o professor de escola doente, Bill, também teve um extravio, já que nenhum personagem é santo em Terminal. “Você cai na armadilha de amar Bill e pensar que ele é um cara legal,” Robbie diz, “e tem esse nível de conforto, eu acho, com o público quando o Simon está na tela. E então, puxam o tapete desse jeito e você se sente ainda mais enganada.”

“O roteiro era muito habilidoso e parecia teatro,” Pegg diz ao L.A. Weekly. Como seus últimos projetos – Star Trek e Missão Impossível – precisavam de emoção forte e muita fisicalidade, ele aplaude Terminal por sua sutileza e reviravoltas. “Não foi somente exposição. Eu não estava correndo por aí, detonando bombas ou salvando o universo. Eu realmente amei a ideia de interpretar algo que estava em contraste com qualquer outra coisa que eu fiz. Talvez ele começa sendo o personagem que você costuma me ver interpretar, mas ele se torna o contrário.”

O impressionante olho de Robbie para o elenco também tirou Mike Myers da carpintaria para interpretar um zelador misterioso e manco que pode ou não ter a chave para o enredo como labirinto de Terminal. Qual foi o truque para conseguir Myers para o filme? “Bananas,” Pegg brinca. “Deixamos do lado de fora do apartamento dele em Nova York.”

“E uma trilha que levava até Budapeste,” Robbie responde com uma risada.

Apesar de sua experiência recente fantasiado como Tommy Maitland, o apresentador do programa de TV The Gong Show, Myers não aparecia em um filme desde Bastardos Inglórios, de 2009. A possibilidade de conseguir o antigo comediante de Austin Powers para o filme parecia impossível. “Estávamos tentando achar alguém único, alguém completamente fora da caixinha,” Stein lembra. Robbie adiciona, “Continuávamos a dizer que queríamos um ator personagem, alguém que incorporaria o papel fisicamente. E, como muitas coisas do filme, pensamos, ‘Por que não tentar? Dá uma chance.’”

Robbie credita totalmente Stein quanto ao acordo com Myers porque o diretor-roteirista tem “jeito com as palavras, um jeito de explicar sua visão e construir um mundo em frente dos seus olhos que você apenas quer entrar.” Stein disse que assim que Myers estava a bordo, sua devoção para o seu papel foi intensa, desenvolvendo uma história completa para seu personagem. “Ele estava impecavelmente preparado no set, e ele pressiona o máximo todos ao seu redor para serem o melhor que podem. É incrível estar com ele.”

A missão da LuckyChap, que Robbie fundou em 2014 com seus parceiros Tom Ackerley e Josey McNamara, é a dedicação “para apoiar talentos femininos e histórias, enquanto damos plataforma para uma nova geração de cineastas explorarem seu trabalho.”

Nessa veia, Pegg, por sua parte, percebe que Terminal está contribuindo para o movimento #MeToo e #TimesUp. “É um filme oportuno nesse sentido de que é um filme meio ‘Time’s Up’,” Pegg diz. “É sobre uma mulher se vingando de toda a masculinidade tóxica que a afetou durante sua vida. E se Alice no País das Maravilhas é sobre uma mulher sendo aterrorizada por uma sociedade perversa, esse filme é sobre uma mulher aterrorizando uma sociedade perversa e conseguindo vingança. Parece meio, ‘Wow, isso está realmente no momento certo.’” Apesar de Terminal ter sido escrito em 2015 e filmado em Budapeste no verão de 2016, Pegg opina, “Poderia ter sido escrito ano passado como uma reação para tudo o que aconteceu na sociedade recentemente.”

Com a carreira avançando rapidamente graças a sua performance como a vilã Harley Quinn em Esquadrão Suicida e sua interpretação aclamada sobre a patinadora Tonya Harding em Eu, Tonya, Robbie demonstrou que ela não ficará satisfeita em apenas esperar para projetos bons caírem no seu colo – mesmo que seu telefone esteja explodindo esses dias. Caindo na toca do coelho com a LuckyChap, ela está se movendo agressivamente com uma grade de projetos no filme e na televisão. Guiando o retorno de Quinn em Birds of Prey com Kathy Yan contratada para dirigir – assim como múltiplos outros projetos da Harley Quinn – Robbie também está interpretando papéis que incluem a Rainha Elizabeth em Mary Queen of Scots de Josie Rourke, a trapezista Lillian Leitzel em Queen of the Air, uma releitura da Maid Marian na lenda de Robin Hood em Marian, uma ladra de bancos fugitiva no suspense Dreamland e muitos outros.

Explicando sua estratégia, Robbie disse com honestidade, “Eu acho que a ideia é esperar que alguém diga que fará o seu projeto. E então, na LuckyChap, nós ficamos ‘Se isso não acontecer, por que não fazemos nós mesmos?’”

Após os resultados de Terminal, a trajetória da estrela é clara: É a sua vez nas telas e fora delas.

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil