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Arquivo de 'Entrevistas'



08.12.17
Margot Robbie conversa sobre Mary, Queen of Scots com o EW

O site Entertainment Weekly revelou o primeiro still da Margot em Mary, Queen of Scots onde ela interpreta a Rainha Elizabeth I e a atriz concedeu uma pequena entrevista sobre o filme. Confira:

A rivalidade do século 16 entre a Rainha da Escócia e a Rainha Virgem era pessoal – apesar de não precisar ser. “As duas estavam, com seus próprios jeitos, fazendo sacrifícios enormes para tentar operar nesse mundo dominado por homens,” explica Josie Rourke, uma diretora de teatro que estreia nos filmes com Mary, Queen of Scots, examina a desavença entre as duas jovens primas. “Não é uma contra a outra. As duas estão contra um ambiente particular que colocou uma contra a outra.”

Escrito pelo criador de House of Cards, Beau Willimon e baseado em uma biografia pelo historiador John Guy, o filme explora a vida das governantes após Mary Stuart (Saoirse Ronan) retorna para a Escócia como a antiga rainha da França e viúva. Sua chegada ameaça o trono Inglês – na posse de Elizabeth I (Margot Robbie) – e conduz um período político perigoso onde as coroas no duelo estão rodeadas de conselheiros manipuladores. “Todos manipulavam o relacionamento delas,” diz Robbie. “É complicado, trágico e bizarro. As únicas pessoas no mundo que podiam entender a posição em que elas estavam eram as duas.”

No set, Robbie sentiu o gosto dessa solidão. Interpretar uma monarca com varíola e cicatrizes significa camadas de protéticos e maquiagem tão grossa que ela se sentia “inumana,” o que muitas vezes levava a equipe a evitar seu olhar. “Não era intencional,” ela lembra, “mas eu podia ver que era desconfortável para eles, e quanto menos olhavam para mim, mais isolada eu me sentia.” “Rainha por um dia” de repente parece menos interessante.

Fonte | Tradução e Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

postado por Mari na categoria Entrevistas
08.12.17
Margot Robbie conversa sobre I, Tonya com o Huffpost

Durante seus dias em Nova York, Margot conversou com o site Huffpost sobre seu novo filme I, Tonya além de falar de seus papéis passados e futuros e de sua produtora, LuckyChap. Confira:

Quando Margot Robbie leu o roteiro de I, Tonya, ela pensou que era ficção.

“Eu nunca ouvi falar sobre o incidente. Nunca ouvi nenhum desses nomes,” ela contou ao HuffPost durante uma entrevista no Crosby Street Hotel em Nova York no começo do mês. “Foi escrito como uma paródia de documentário. E então eu descobri que era uma história real, completamente real, e eu fiquei chocada e fascinada por isso.”

Como Robbie perdeu a cobertura internacional da patinadora Tonya Harding – que foi acusada de estar envolvida em um ataque contra a patinadora Nancy Kerrigan nas Olimpíadas de Inverno de 1994 – é a dúvida de todos. Mas então, ela tinha 3 anos na época e morava em uma cidade pequena no sul de Queensland, Austrália. Isso explica o motivo do espanto com o enredo do novo filme.

A atriz e produtora está ganhando elogios por sua interpretação de Harding, que foi marcada como vilã após o incidente horrível em Detroit. I, Tonya relata o escândalo com Kerrigan, embora com o objetivo de mostrar ao público quem Harding realmente é e que tipo de vida ela levava durante o auge de sua carreira.

Robbie estava confortável em uma cadeira quando eu entrei em seu quarto de hotel no Crosby semana passada para discutir o filme de Craig Gillespie. Seus grandes olhos azuis me encararam para dizer olá antes de alertar calmamente sua publicista de uma ameaça em movimento.

“Tem um paparazzi tirando fotos lá em baixo,” ela disse, apontando para a janela do quarto que ia do chão ao teto. Eu olhei para fora com o grupo, e, de fato, um paparazzi estava espiando de uma escada do outro lado da rua. Nós fechamos as cortinas e movemos as cadeiras para o outro lado do quarto, onde Robbie não podia ser capturada por longas lentes.

“Meu amigos não andam comigo em aeroportos,” ela disse quando sentamos para nossa conversa. “Você pode enxergá-los de longe. Eu posso estar andando em algum lugar e tem um paparazzi atrás de um árvore, e todo mundo fica, ‘Não, não tem.’ E eu digo, ‘Confia em mim.'”

Robbie aguenta esse tipo de atenção desde que se mudou da Austrália para Nova York após conseguir um papel na série da ABC, Pan Am, em 2011. Ela já era uma celebridade da TV em seu país, estrelando como Donna em Neighbours por três anos, então ela pensou que sabia o que estava esperando por ela na Grande Maçã. Ela estava errada.

“Pan Am foi meu primeiro trabalhos nos Estados Unidos, e foi muito diferente de como operamos a TV na Austrália.” Ela lembra de ficar particularmente chocada com a “segregação entre o elenco e equipe da série” e o fato de que os atores tinham seus próprios trailers.

Em Neighbours, “nós tínhamos uma grande sala verde para os 30 membros do elenco. Ficávamos juntos nessa sala 17 horas por dia, noite e dia, o ano inteiro. Nós fazíamos nosso chá onde a equipe fazia o chá deles. Eu fazia chá para a equipe. Nunca tinha ninguém perguntando, ‘O que posso trazer para você?’ E de repente nos Estados Unidos eu tinha um chefe que fazia omelete e uma cadeira com o meu nome. Eu ficava, ‘Não quero sentar sozinha. Quero sentar com todo mundo!'”

Depois do cancelamento de Pan Am, Robbie foi de teste em teste, até conseguir uma reunião com Martin Scorsese para seu filme de 2013, O Lobo de Wall Street. Ela conseguiu o papel “por dar um tapa no rosto de Leonardo DiCaprio Scorsese contou a Time sobre Robbie, que interpretou a esposa cheia de energia de DiCaprio nas telas. “Foi uma improvisação que deslumbrou todos nós.”

“Eu estava obviamente tentando entrar no mundo dos filmes, e eu nunca fui para um teste achando que eu ia conseguir o papel,” Robbie me disse. “Eu nem gostava da Naomi [Lapaglia] como pessoa quando fiz o teste para a personagem – eu não a entendia. Ela era um pouco bidimensional no roteiro. Ela foi escrita para ser uma interesseira brutal. Quando eu realmente consegui o papel e olhei para essa personagem de verdade como alguém para interpretar e alguém que eu precisava me relacionar, havia muito trabalho a ser feito.”

Na dinâmica de interpretação, mulheres complicadas como Naomi é o forte de Robbie. Tome Harley Quinn como exemplo. Sua interpretação da super vilã de Esquadrão Suicida foi brilhante em um filme chamativo que, bom, fracassou. “Apesar de ter alguns grandes espaços que eu tive que preencher por mim mesma, também havia muito material para olhar, e ela já era bem multifacetada e multidimensional,” ela disse sobre a personagem.

Antes de interpretar Harding em I, Tonya, Robbie escolheu se afundar em filmagens antigas, livros e documentários sobre a atleta de Portland, Oregon, para conseguir achar um novo ângulo em uma história que o público geral pensou que já tinha entendido.

“Eu tive uma quantidade incrível de informação para começar, mas tudo parecia ser visto de um ponto bem específico. O desafio dessa história era tentar virar e ver o outro lado. Eu estava de um lado do espelho vendo tudo o que eu não fazia ideia do que estava do outro lado. Ninguém parecia estar questionando isso.”

Em janeiro de 1994, o ex marido de Harding, Jeff Gillooly (interpretado por Sebastian Stan) conspirou com seu amigo Shawn Eckardt (Paul Walter Hauser), que contratou Derrick Smith e Shane Stant para “eliminar” Kerrigan da competição. Dois dias antes das provas das Olimpíadas, Stant usou um bastão para atingir Kerrigan no joelho fora da pista de patinação. Nos meses seguintes, Gillooly foi acusado de crime organizado e Eckardt, Smith e Stant foram acusados de conspiração para cometer um ataque de segundo grau, e foram presos. Enquanto isso, o juiz de Oregon Donald H. Londer cobrou Harding 160 mil dólares em multas, doações e custos especiais por dificultar a investigação. Ela também recebeu 500 horas de serviço comunitário, foi condenada a três anos de condicional e forçada a se demitir da Associação Americana de Patinação Artística aos 23 anos.

Com isso em mente, I, Tonya vai fundo nos dias pré-escândalo de Harding. A história abrange dos 15 aos 44 anos.

Robbie encontrou Harding uma semana antes das filmagens começarem, e a atriz fez questão de reiterar que a personagem que ela criou não tinha a intenção de imitar ou deteriorá-la. “Ela entendeu muito bem isso,” Robbie disse. Estranhamente, Harding estava mais preocupada com o bem estar da atriz, perguntando sobre seu treinamento e como ela estava lidando com a fama em uma idade tão jovem.

“Ver essa pessoa de repente na minha frente foi bizarro. Foi surreal. Eu passei seis meses me preparando para essa personagem. Eu não fiz nada além de pensar em tonya. Eu assisti cada entrevista, cada documentário cem vezes. Eu escutava ela no meu iPod constantemente. Eu tinha a voz dela na minha cabeça 24 horas por dia.”

Robbie diz que Harding eventualmente deu o selo de aprovação para o filme, mas sua mãe afastada, Lavona, interpretada maravilhosamente por Allison Janney, não deu.

A relação mãe e filha apresentada no filme destaca o abuso que Harding sofreu durante sua vida e carreira nas mãos de LaVona. Quando eu perguntei para Robbie se LaVona já viu ou compartilhou seus pensamentos sobre I, Tonya, Robbie revelou que os produtores não sabiam se a mãe de Harding estava viva até recentemente.

“Nós não conseguimos achá-la e Tonya não sabia se ela ainda estava viva,” a atriz disse, adicionando que a interpretação de LaVona foi baseada nas próprias memórias e experiências de Harding. “Desde então, a mãe de Tonya apareceu na TV recentemente e está fazendo entrevistas e então percebemos que ela está bem viva. Mas, não, eu ainda não a conheci e não tive nenhum contato com ela.”

O filme não é gentil com LaVona ou o jeito que ela tratou sua filha. Não é necessariamente gentil com nenhum dos personagens.

“Nós passamos por vários diretores,” Robbie disse. “Nós colocamos os olhos em Craig por causa de A Garota Ideal e ele realmente alcançou um tom específico nesse filme – essa comédia de humor negro que faz você se importar.”

Para referência, A Garota Ideal segue um jovem homem (Ryan Gosling) que está em um relacionamento fora do comum com uma boneca que ele encontra na internet.

“Ele nunca abordou os personagens no filme como bobos ou tentou fazer piada com eles, mesmo quando eles estavam fazendo algo que, para nós, parecia louco. Isso foi importante,” Robbie adicionou, “que alguém abordou esses personagens como pessoas reais e sem julgar.”

I, Tonya já ganhou elogios dos críticos e a performance de Robbie continuará a ser comemorada durante a temporada de premiações. Quando perguntei o que ela achar de todo o burburinho, a atriz foi tão calma quanto os que vão chegando.

“Eu só quero que as pessoas assistam ao filme e quero saber o que eles acham. Mesmo que não gostem. Se eles entendem o que estamos fazendo, então fico feliz e fico feliz que fizemos isso. Se os faz pensar, se os faz questionar suas atitudes, então é tudo o que importa. Mas, realmente, o resto eu só tento absorver com uma pitada de sal.”

O objetivo principal de Robbie agora é achar, produzir e distribuir filmes sobre mulheres, para mulheres, estrelando mulheres e criados por mulheres. Sua produtora, LuckyChap Entertainment, também foca em promover diretores de primeira e segunda viagem, com homens na equação também.

Seguindo I, Tonya, Robbie está produzindo e estrelando em Terminal e Dreamland, ambos com estreias marcadas para 2018. Ela também está aparecendo ao lado da queridinha das premiações (por quem ela tem “a maior paixonite”) Saoirse Ronan em Mary, Queen of Scots, onde Robbie interpreta a Rainha Elizabeth I.

“Eu estava preocupada com interpretar a Rainha Elizabeth recentemente também, porque, novamente, é uma pessoa real, alguém que todo mundo conhece e já foi interpretada por tantas atrizes. Eu estava apavorada,” ela disse.

Felizmente, alguém deu a ela o conselho que ela precisava: “Supera,” eles disseram. “Isso não é sobre você. Você é um veículo para essa personagem.”

“Isso é o que você tem que fazer,” ela me disse.

Robbie quer compartilhar esse tipo de lição com os novatos tentando fazer seu ninho na indústria. Por meio da LuckyChap, ela está conhecendo atrizes mais novas, sondando quais histórias elas querem contar.

“Você não precisa esperar até estar trabalhando durante 20 anos para fazer um filme você mesma. Eu tenho 27. Faça. Ninguém vai te impedir.”

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

postado por Mari na categoria Entrevistas
08.12.17
Margot Robbie sobre como a mídia tornou Tonya Harding uma vilã

Em entrevista com o site Entertainment Weekly, Margot Robbie comentou sobre a visão que o público possui de Tonya Harding baseado no incidente de 1994 com a patinadora Nancy Kerrigan. Confira:

Quando a patinadora Nancy Kerrigan, aposta das Olimpíadas, foi atingida no joelho em um treino em 1994, isso se tornou manchete ao redor do mundo – e todos os olhos rapidamente se viraram para sua rival Tonya Harding, que foi acusada de tramar o ataque com seu ex marido e guarda costas.

Mas Margot Robbie, que interpreta Harding no filme I, Tonya, diz que a reputação da patinadora foi formada pela cobertura frenética da mídia.

“Foi como uma brincadeira de telefone sem fio gigante onde 20 anos depois, as pessoas ainda lembram com absoluta certeza que Harding era a pessoa segurando o taco de baseball no joelho de Nancy Kerrigan,” Robbie disse para o EW em recente entrevista. “As pessoas falam, ‘Oh, eu lembro disso acontecer, eu lembro de vê-la bater em alguém com um taco de baseball,’… Isso não aconteceu! Não mesmo.”

Ela adicionou que Harding “foi tão feita de vilã pela mídia que as pessoas lembram do acontecido de um modo completamente diferente. E eles lembram com absoluta convicção, o que eu achei fascinante.”

Harding foi declarada como culpada por conspirar para esconder o ataque e foi banida da patinação para sempre, apesar de negar que ela teve envolvimento no plano.

A colega de cena de Robbie, Allison Janney, que interpreta a mãe de Harding, disse sobre o filme, “Você deixa o cinema com uma opinião diferente sobre Harding, eu acho. O público ainda vai decidir se ela estava envolvida ou não, mas eu acho que eles saem com mais empatia por ela.”

Fonte | Tradução e Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

postado por Mari na categoria Entrevistas
07.12.17
Margot Robbie pretende ser uma força em patins como Tonya Harding em I, Tonya

Margot conversou com o USA Today durante os dias de imprensa para I, Tonya e falou sobre o novo filme e, claro, Harley Quinn. Ela também falou mais sobre como sua produtora ajudará mulheres no auge dos escândalos em Hollywood. Confira:

Enquanto Margot Robbie pode não patinar tão bem quanto Tonya Harding, mas as duas possuem uma coisa em comum: jovens meninas que são suas fãs.

Interpretada por Robbie na biografia de humor negro I, Tonya, Harding tem altos e baixos durante sua carreira, mas abre um sorriso enorme quando uma menina se aproxima dizendo que quer ser patinadora que nem ela.

Isso lembra Robbie, 27, da época que Esquadrão Suicida estreou ano passado e uma amiga mandou para ela uma foto de uma menina no metrô de Nova York lendo um dos quadrinhos da Harley Quinn, a colorida anti heroína de Robbie em Esquadrão.

“Os pés dela não estavam nem tocando ao chão, ela era tão pequena,” Robbie relembra. “E (minha amiga) ficou tipo, ‘Hey, cara, olha o que você está fazendo. Você está mudando o mundo ou algo assim.'”

Ela pode não estar mudando ainda, mas Robbie está construindo seu ninho com papéis transformativos como Harley, Tonya e Rainha Elizabeth I (em Mary, Queen of Scots, esperado para novembro de 2018) e sua produtora LuckyChap Entertainment (co-fundada com seu marido Tom Ackerley).

Não que ela se preocupa sobre isso tudo quando ela está usando aparelho como a estranha Tonya de 15 anos de idade ou tendo um colapso nervoso nas Olimpíadas de Inverno de 1994 como a Tonya de 23 anos. “Quando estou no set, eu esqueço que o mundo todo vai ver o que estamos fazendo,” Robbie diz.

A nativa de Gold Coast, na Austrália, estava mais apta a surfar do que patinar durante a infância, e seu treinamento para I, Tonya foi um “um rude despertar,” ela diz. Harding era o rosto da patinação mundial – e um rosto vilão seguido do famoso ataque ao joelho de Nancy Kerrigan – por isso Robbie passou muito tempo no gelo. (Dublês foram usados nas coreografias mais difíceis.)

“O que eu achei viciante foi ser boa o bastante para ser muito rápida, e quando você sabe que o seu corpo é forte para sustentar essa velocidade, você se sente invencível. E eu não estava nem fazendo os saltos triplos,” diz Robbie, que também conversou com Harding como parte do trabalho preparatório. A antiga patinadora mostrou apoio desde o começo, garantindo entrevistas para a atriz e cineastas e até compareceu a premiere em Los Angeles.

O Oscar ama quando uma atriz vive uma figura real com um ponto de vista, e Hollywood já notou, diz Dave Karger, correspondente especial para o IMDb. “É a melhor coisa que ela já fez e o próximo passo para seu triunfo meteórico.”

Um dos queridinhos do Toronto Film Festival em setembro, I, Tonya pode ser a força rebelde durante a temporada de premiações: É um cavalo negro da categoria de Melhor Filme, Allison Janney (como a mãe abusiva de Tonya) é certa na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante e Karger diz que Robbie está “nas conversas” para Melhor Atriz atriz de pesos como Meryl Streep (The Post) e Frances McDormand (Three Billboards Outside Ebbing, Missouri).

Robbie está se divertindo com essa conversa de Oscar. “Eu nunca tive isso antes. Honestamente, eu não sabia que havia tantos eventos nessa época do ano,” ela diz. “Eu estou indo nas coisas o tempo todo, o que é adorável.”

Com sua nova produtora, Robbie está desenvolvendo um filme solo da Harley por si mesma (“Se eu não estiver balançando meu taco de baseball ano que vem, vou ficar devastada”) mas também vê uma oportunidade e responsabilidade em ajudar a fazer diferença em uma cidade coberta de escândalos de assédio sexual.

“É um negócio estranho onde não temos um HR Office – há muitas áreas cinzas e a atuação pode ser uma coisa muito íntima, e não há um perfil específico para qualquer trabalho ou papel,” Robbie diz. “Nós precisamos implementar algum tipo de ordem e sistema e ter certeza que as pessoas são respeitosas e criativas ao mesmo tempo e não tiram vantagem de suas posições de poder.”

Fonte | Tradução & Adaptação: Margot Robbie Brasil

postado por Mari na categoria Entrevistas
06.12.17
VÍDEO: Margot Robbie é entrevistada por Chris Pratt no Jimmy Kimmel Live

Margot foi entrevistada pelo ator Chris Pratt no programa Jimmy Kimmel Live na última segunda feira. O apresentador está afastado por problemas de saúde de seu filho e o ator ficou no comando de uma entrevista hilária sobre a infância da Margot na Austrália, os trabalhos de sua adolescência e, claro, sobre seu novo filme I, Tonya. Confira com legenda em português abaixo:

postado por Mari na categoria Entrevistas
06.12.17
Margot Robbie é capa da revista Time Out New York e fala sobre I, Tonya em entrevista

Margot é capa e recheio da nova edição da revista Time Out New York e fala sobre seu novo filme, I, Tonya, que chega aos cinemas americanos nessa sexta feira. Ela também brinca de “Isso ou Aquilo” em um vídeo para a revista. Confira:

Energia, estilo, dureza: Qualquer pessoa que diga que atuação não é nada como fazer algum esporte não passou muito tempo atuando. Desde que aguentou um maníaco Leonardo DiCaprio em O Lobo de Wall Street, Margot Robbie não poderia ser confundida por nada menos do que uma competidora destemida. Mas sua performance mais recente levanta seriamente a aposta: Como a patinadora olímpica desacreditada Tonya Harding – marcada para sempre por sua associação ao ataque fora do gelo em 1994 em Nancy Kerrigan – a atriz de 27 anos saca um dos feitos mais ousados de empatia do ano. Dirigido por Craig Gillespie e coproduzido pela própria Robbie, I, Tonya é um filme de esportes com altos e baixos e um “Scorsesian” super mudado: brega, engraçado, devastador e com uma estrela principal que será muito falada durante a temporada de premiações. Nascida na Austrália antes de morar no Brooklyn, Londres e mais recentemente Los Angeles, Robbie chama a si mesma de cigana; “lar” é um conceito livre para ela. Durante um momento calmo antes do turbilhão do Oscar, nós nos encontramos com Robbie para falar sobre amarrar os patins durante 17 horas por dia, o escândalo Harvey Weinstein e o enigma no coração de seu mais recente triunfo.

Você sente falta de morar em Nova York?
Oh, meu Deus, está brincando? Eu sinto falta de Nova York o tempo todo. Eu vivi no sul de Williamsburg antes de ficar popular, e então eu morei em Bed-Stuy por um tempo também. Eu acho que Williamsburg está um pouco cheio para mim agora. Mas seis, sete anos atrás, era incrível. Eu sinto falta de tudo: os restaurantes, Brooklyn Bowl, Nitehawk Cinema – eu costumava ir lá o tempo todo.

Mas você ainda é fã dos New York Rangers?
Definitivamente. Eu acho que eu sempre vou ser fã dos Rangers.

Você jogou hóquei no gelo na infância, certo?
Não na infância, mas eu joguei quando me mudei para a América [em 2011]. Eu sou do litoral da Austrália, então esportes no gelo não são populares. Mas Nós Somos os Campeões eram, então eu queria fazer parte de um time. Eu amei.

Em que posição você jogou?
Wing direita, mas não se engane, eu não sou boa.

Ainda assim, a patinação deve ter ajudado você a fazer os saltos triplos em I, Tonya.
[Ironicamente] Sim, eu consigo totalmente fazer um salto triplo. Nós todos subestimamos o quão difícil seria. Quando começamos a planejar aquela cena, pensamos, “Oh, nós só temos que arrumar uma dublê para fazer isso.” E nossa coreógrafa ficou, “Ninguém consegue fazer um salto triplo, vocês sabem disso, certo?” Somente duas mulheres na América podiam fazer e as duas eram asiáticas, então nenhuma delas poderia ser dublê para mim. Nós acabamos fazendo CGI.

Estou arrasado. Entretanto, eu amo como o filme destaca os talentos de Harding, junto com sua rebeldia.
Ela não era de seguir as regras, ela era um pouco bruta, e sem essa mentalidade rebelde, ela não conseguiria ter uma conquista tão incrível no esporte: a primeira americana a fazer um salto triplo em competição. Quanto mais entendemos o mundo da patinação no gelo, mais nós valorizamos.

Há também uma sutil guerra de classes acontecendo com outras coisas e contra os jurados esnobes que ficaram chocados pelas coreografias com Sleeping Bag de ZZ Top.
Ela tinha uma disciplina incrível e motivação para chegar onde chegou, apesar de sua classe e circunstâncias. Patinação artística é um esporte muito caro. Ainda assim, ela conseguiu sobressair. Tonya não é necessariamente a imagem que eles queriam ter. Mas eu acho que é isso que eu gosto mais no filme.

Tudo o que nós lembramos sobre Harding principalmente é o “incidente”. Como alguém interpreta essa mentalidade? O filme é evasivo sobre sua culpa.
Eu acho que eu estava focando, no geral, na ideia que ela estava necessitada de amor e constantemente procurando por validação, seja do Jeff [Gillooly, ex marido de Harding], da sua mãe ou do público.

Você não parece querer julgá-la.
Essa história aconteceu antes do ciclo das notícias de 24 horas. Foi antes do O.J. Foi uma bola de neve fora de controle. As pessoas estavam alimentando demais isso. Como ela diz no filme, “Vocês também são todos meus agressores.” Nós podemos sentar aqui e julgar sua mãe ou o Jeff por abusarem dela, mas nós julgamos a Tonya tão rápido também. O público geral teve parte nisso. Em algum ponto do filme, nós queremos segurar um espelho para a sociedade e nos dar a chance de olhar para nós mesmos e questionar o quão rápido julgamos as pessoas sem pensar nas circunstâncias.

Tonya Harding foi, em um certo grau, uma mulher explorada tentando retomar o poder. Isso te lembra do escândalo Weinstein?
São dois incidentes isolados, mas o que ambos mostram é o quão incrivelmente resistentes são as mulheres. Elas irão se levantar e lutar.

Você tem algo a falar sobre as mulheres que estão tomando a frente e falando sobre o assunto?
Eu já falei um pouco sobre, mas para dar eco nesses sentimentos, eu acho que as mulheres que estão tomando a frente são incrivelmente corajosas. Eu acho que seria uma coisa difícil de fazer. E eu espero que conforte saber que ao fazer isso, elas estão tornando mais fácil para pessoas no futuro fazerem o mesmo. Nós podemos facilitar a mudança nessa indústria e muitas outras.

Seu filme, apesar de explorar o abuso físico e emocional de Tonya em grande parte, é muito empoderador e centrado nas mulheres. Até no sentido literal, a câmera está sempre no seu rosto, o tempo todo, capturando sua euforia.
Eu achei essa uma abordagem super legal. Nas Olimpíadas de Inverno, nós somos acostumados a ver essas tomadas estáticas com lentes longas, e parece gracioso e lindo. Mas o que você perde é esse poder que precisa para fazer esses saltos e movimentos. Então nós pedimos para nosso cameraman ficar de patins também, e ele estava apenas alguns pés de distância de mim, e nós fazíamos a coreografia juntos, como uma dança. Isso é algo que não vi antes. Craig realmente queria que nós vivêssemos os momentos altos da Tonya antes de viver os baixos.

I, Tonya tem muito burburinho de premiação. O quanto a conversa do Oscar aparece no seu pensamento?
É absolutamente a cereja do bolo. A coisa sobre os filmes independentes é esse milagre de conseguirem fazê-los. Eu estava tão preocupada com tentar fazer o filme sair do papel, então ser parte de uma conversa sobre o Oscar é muito modesto e extremamente surpreendente ao mesmo tempo. Para ser honesta, tudo o que eu queria era fazer um filme que as pessoas iriam gostar e ir assistir. Enquanto isso acontecer, eu estarei feliz.

Você conheceu a Tonya?
Sim. Não foi muito importante para a minha pesquisa porque há tantos vídeos dela na internet, e eu queria decidir como eu interpretaria essa personagem antes de conhecê-la como pessoa. Mas uma semana antes das filmagens, Craig e eu voamos para Portland e almoçamos com ela. Eu não queria examinar detalhadamente suas maneiras e ouvir seu dialeto. Digo, foi difícil não fazer isso, mas eu estava tentando. Eu queria conhecê-la para deixá-la ciente de que eu estaria lidando com sua história com respeito, mas ao mesmo tempo, é um filme. Eu não ia me segurar com essa personagem, e eu queria que ela entendesse isso.

Ela foi legal com isso?
Sim, ela foi ótima. Eu não imagino que eu teria a coragem de deixar alguém fazer um filme sobre a minha vida, quem dirá a parte mais traumática. Então, considerando tudo, ela foi incrivelmente compreensiva. Ela realmente se afastou e nos deixou fazer nosso trabalho. Ela não estava no set, ela não era consultora, ela não influenciou o roteiro. Como cortesia, obviamente, nós exibimos o filme para ela antes de alcançar o público.

E?
Eu acho que foi uma experiência complicada para ela, bem emocionante. Ela achou a frase “Chupa o meu p*u” que eu grito para os jurados hilária. Ela queria ter dito isso na época.

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

postado por Mari na categoria Entrevistas
04.12.17
Margot Robbie revela o motivo pelo qual decidiu ser produtora

Margot conversou com a revista Us Weekly durante a premiere de I, Tonya em Nova York na semana passada e revelou o motivo pelo qual decidiu ser produtora. A atriz também fala sobre suas habilidades na pista de patinação e sobre noites de encontro com seu marido, confira:

Caminhando para o ouro. Ao invés de esperar pelo seu próximo grande papel, Margot Robbie assumiu a produção de I, Tonya e falou com a Us Weekly exclusivamente sobre a experiência na premiere do filme em Nova York, 28 de novembro.

“Não estou dizendo que eu não estava feliz com os papéis que eu estava recebendo – definitivamente fazer O Lobo de Wall Street abriu muitas oportunidades que não estavam presentes – mas eu acho que também não queria esperar por esses ótimos papéis aparecerem a cada dois anos,” Robbie contou para a Us. “Eu queria encontrá-los um pouco mais rápido e isso significa que eu tinha que achá-los eu mesma ou desenvolvê-los.”

Robbie continuou, “Eu trabalho com um grupo de pessoas incríveis, eu amo todos da nossa empresa e não sobre achar papéis só para mim, é achar papéis para atrizes em geral, atores, diretores de primeira ou segunda viagem, diretoras, roteiristas.”

A atriz de 27 anos de Esquadrão Suicida, que aprendeu a patinar para o papel da patinadora olímpica, contou para nós que ela ainda não é profissional no esporte.

“Eu não sei se eu poderia fazer isso!” Robbie respondeu quando foi questionada se ela levaria seus talentos para o Disney On Ice. “Mas talvez eu pudesse ser uma boa substituta, ou dublê para eles, eu não estou no nível profissional ainda.”

Robbie também falou com a Us sobre suas noites casuais com o marido Tom Ackerley.

“Noites de encontro? Oh, Deus, essa é uma resposta tão nerd. Nós assistimos filmes!” Robbie disse sobre seu marido de quase um ano. “Nós somos amantes de filmes, somos cinéfilos. Nós queremos apenas assistir filmes o tempo todo!”

Fonte | Tradução e Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

postado por Mari na categoria Entrevistas
04.12.17
VÍDEO: Margot Robbie diz estar trabalhando em novo projeto da Harley Quinn

Margot Robbie revelou ao MTV News que está trabalhando em um novo spin off da Harley Quinn totalmente separado de Gotham City Sirens e Harley/Joker! Confira o vídeo legendado pela nossa equipe:

postado por Mari na categoria Entrevistas
04.12.17
Margot Robbie aconselha produtores a apoiarem a visão de seus diretores

Margot Robbie comentou com o jornal Metro sobre o trabalho de um produtor no set de filmagens e aproveitou para falar sobre o Universo da DC. Confira:

Com I, Tonya, Margot Robbie dá seu primeiro passo como produtora, um papel que ela combinou com o seu principal como Tonya Harding na biografia.

Eu sentei com ela para falar sobre seu trabalho em I, Tonya na semana passada, enquanto também falamos sobre quando podemos esperar Harley Quinn no DCEU novamente, onde ela me disse que está trabalhando em sua própria história para a personagem.

Com a minha última pergunta, eu a questionei se ela aprendeu alguma coisa ao produzir I, Tonya que a fez apreciar o trabalho daqueles com a mesma posição no DCEU.

“A coisa mais importante como produtor é que é seu trabalho escolher um diretor e apoiar a sua visão,” Robbie explicou. “Você não pode apoiar o seu diretor e duvidar de tudo. Há momentos em que você para e debate certa situação. Você quer tentar todos os caminhos possíveis.”

“Na minha opinião, um bom produtor confia no seu diretor, e o seu trabalho é tornar possível a visão dele. É isso. Esse é o seu trabalho. Se aquela é a visão do seu diretor, você precisa fazer de tudo em seu poder para tornar aquilo possível. E eu acho isso uma coisa maravilhosa.”

“Isso vale para o Universo da DC, uma vez que você decide quem é o seu diretor, e eles possuem uma visão, você precisa tornar isso possível e assumir uma posição em alguns momentos para manter no rumo certo. Eu acho que esse é o jeito. Eu acho que isso é o que um produtor deve fazer.”

Fonte | Tradução e Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

postado por Mari na categoria Entrevistas
04.12.17
Margot Robbie: “Minha conquista não é estar casada.”

Durante o dia imprensa de I, Tonya em Nova York, Margot revelou o momento “mandona” que ela teve em uma conferência de imprensa quando não paravam de perguntar sobre seu casamento. Confira:

“Eu tive um momento “mandona” no outro dia. Eu estava fazendo uma conferência de imprensa e eles continuavam a me perguntar como era estar casada, e eu disse, “Estar casada não é a minha conquista. Minha conquista é produzir esse filme e ter um contrato de produtora com um estúdio enorme – essa é minha conquista.” E todo mundo ficou quieto depois disso. Foi bem legal.”

Sobre interpretar Harding, ela disse, “Foi um tempo interessante para refletir na mídia e como nós como sociedade nos alimentamos do que nos dão e o que nos dizem nessas pequenas entrevistas, e você passa a julgar muito rápido. Então eu aprendi a não julgar tão rápido.”

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

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