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08.11.17
Margot Robbie participa do podcast Awards Chatter

Margot participou do podcast Awards Chatter, do The Hollywood Reporter, essa semana e falou sobre toda sua carreira e quando decidiu que queria se tornar produtora. O episódio está disponível no iTunes de graça e separamos algumas partes da entrevista abaixo:

Sobre Neighbours: “Eu estava em Melbourne e ligava todo dia para a agência e nunca me passavam para a outra linha, até que um dia devia ser outra pessoa na mesa e me passaram. Eu fiz um teste e achei que fui muito ruim. Eu estava economizando para fazer uma viagem de formatura para o Canadá e quando eu estava lá eu recebi a ligação dizendo que eu consegui o papel e que começava semana que vem. Eu fiquei, “Como assim começo semana que vem? Eu não estou no país!”

“Quando eu saí de Neighbours, eu lembro que pensei que nunca faria um trabalho tão difícil quanto esse novamente. Alguns dias você sentava na sua cadeira de maquiagem e então você tinha que decorar 60 páginas e você tinha 7 minutos para filmar uma cena de 4 minutos. Em filmes, você pode passar semanas filmando uma cena de 4 minutos. Você só tem três câmeras e o microfone mexe de acordo com as suas falas, e você não pode errar de posição ou ficará na luz de uma outra pessoa. Então foi um ótimo treinamento e você aprende muito.”

“Não existia essa separação entre os departamentos que vemos na América e na Inglaterra. Sem trailers ou camarins: Éramos 30 pessoas em uma sala com apenas dois sofás e passávamos 17 horas por dia lá. E não éramos tratados de forma diferente de nenhum outro membro da equipe. E eu fiquei chocada quando cheguei aqui e perguntavam, “Posso trazer algo para você?” e eu ficava, “Oh, eu costumava fazer o chá para todo mundo. Alguém vai fazer chá para mim? Isso é tão estranho!”

“Durante minha época em Neighbours, eu guardei dinheiro porque se eu ficasse desempregada por dois anos eu ainda teria como me manter aqui (nos Estados Unidos). Eu também fiz aula de variação linguística porque eu não conseguia fazer o sotaque americano de jeito nenhum! Eu tinha o sotaque australiano mais forte do mundo. Esse sotaque agora? É bem menos! Quando eu estava na série, a personagem era obviamente australiana, mas eles contrataram um professor porque eu soava australiana demais.”

Sobre Pan Am: “Eu fiz um teste para a série de As Panteras e eu não consegui o papel, mas eles disseram, “Temos uma outra série da ABC chamada Pan Am e você seria melhor para essa, na verdade.”

“Estávamos filmando e no ar, simultaneamente, a partir do quinto episódio. Então os quatro primeiros episódios foram episódios brilhantes porque fizemos com calma. Quando fomos ao ar, tudo era ditado pelos números. Eles gastaram muito dinheiro, creio eu, em anúncios mas nos deram uma faixa de horário muito tarde no domingo e eu acho que estávamos contra o futebol. E não importa quantos anúncios você coloca na Times Square, as pessoas não vão apenas decidir que não gostam mais de futebol e vão ver Pan Am. Então eu acho que eles não conseguiram a audiência que queriam baseado nos anúncios. O número de gravações no entanto era enorme. Muitas pessoas não viam no domingo e colocavam para gravar e ver na segunda, mas isso não dava dinheiro para o canal.”

“Mais tarde eles tornaram a série em algo mais como Desperate Housewives e não era sobre isso. Ficou mais parecido com novela, e todos sabem que eu amo novela, mas isso não estava certo para a série. Então, acabou se tornando algo diferente do que fomos contratadas para fazer, mas mesmo assim foi um dos melhores anos da minha vida.”

Sobre O Lobo de Wall Street: “Eu fiz um teste por vídeo porque todos fizeram um teste por vídeo para esse filme. Eu lembro de ler o roteiro e falar que não gostava da personagem e meus agentes falaram, “Não importa, é para um filme do Scorsese. A gente não espera que você consiga.” A minha missão era apenas impressionar a diretora de elenco porque eu não me identificava com a personagem. Eu fiz o vídeo e enviei, então eu recebi uma ligação enquanto estava em um vôo para a mesa de leitura de Questão de Tempo dizendo que o vídeo foi enviado diretamente para o Martin Scorsese e que ele queria fazer um teste pessoalmente comigo e com o Leo.”

“Estávamos fazendo três cenas. Na primeira, eu estava sendo fiel ao roteiro e o Leo estava improvisando, e eu não sabia o que fazer porque nunca tinha improvisado. Na segunda, era uma cena de briga e comecei a improvisar com o Leo, gritando e xingando, e ele não perde uma. A briga terminou com uma fala do roteiro, onde ele falava, “Agora venha aqui e me beije!” E ao invés de beijá-lo eu apenas dei um tapa bem forte no seu rosto. Então eu congelei e pensei, “Eu acabei de bater no Leonardo DiCaprio, eles vão me prender por assédio e eu nunca vou trabalhar de novo.” E ele começou a rir junto com Martin e pediu para eu repetir o tapa tão forte quanto antes.”

“Antes de assinar o contrato para o filme, tive que assinar uma cláusula de nudez e isso me fez parar e pensar se era o que eu queria fazer. Marty disse para fazer o que me deixava confortável, eu podia usar um roupão, mas foi minha decisão ficar nua porque não é algo que a Duquesa faria. Sua sexualidade é a sua unidade monetária nesse mundo. E eu nunca vou me arrepender de ter feito isso, apesar das fotos serem tiradas de contexto e de nunca pararem de me marcar no Instagram. Quem liga se eu vejo as fotos? Eu sei como eu sou nua, mas meus professores, minha família, eu tive que avaliar como isso afetava eles de um jeito negativo.”

Sobre as filmagens de Focus: “Estávamos filmando em Buenos Aires e uma noite eu lembro de falar com o Will se ele queria tomar sorvete com a gente, e ele disse que não. Eu falei, “Você não gosta de sorvete?” E ele, “Eu não posso, mas vão vocês.” “Will, você não precisa sair com seguranças o tempo todo. Ninguém vai ligar se você colocar um óculos escuro e ir tomar sorvete no final da rua.” E ele, “Quer saber, Margot? Você provavelmente sabe mais do que eu. Vamos tomar o sorvete!” E assim que saímos do hotel, umas 50 pessoas se aglomeraram e seu segurança teve que intervir e eu me senti muito mal, mas ele não ligou, ele é super legal com tudo.”

Sobre a diferença entre seus personagens: “Eu nunca quero interpretar o mesmo personagem todas as vezes, então eu sempre escolho personagens que são bem diferentes de qualquer outro que já interpretei. Eu acho que nunca vou crescer como atriz e melhorar no meu trabalho se eu ficar na minha zona de conforto. Eu não quero fazer um anúncio do tipo, “Hey, você não pode me estereotipar,” não é nada disso, eu só quero ser melhor como atriz e não posso fazer isso na minha zona de conforto.”

Sobre sua produtora: “Quando eu estava trabalhando em Suíte Francesa, eu conheci dois dos meus melhores amigos e eles me disseram que queriam produzir um dia. Eu contei a eles que queria escrever e dirigir e que deveríamos fazer algo juntos, mas essa conversa nunca veio a tona até dois anos atrás. Um amigo nosso escreveu um roteiro mas não estavam indo pela direção certa, então falamos, “Cara, nós vamos fazer. Por que não?” Então nos juntamos com a minha assistente e melhor amiga, Sophie, e criamos um nome e produzimos esse filme chamado Terminal, onde eu também atuo. Esse foi nosso primeiro filme, mas vai estrear depois de I, Tonya. Estamos crescendo agora, criamos um departamento de TV que já tem alguns projetos.”

Sobre Suicide Squad: “Harley foi um presente. Quando eu assinei o contrato, não havia roteiro, só eu estava no projeto e eu não era familiar com os quadrinhos. Tudo o que tinha no projeto era David Ayer e isso foi o bastante para mim. Nós nos encontramos por Skype e ele descreveu duas cenas para mim, uma entrou no filme e outra não filmamos. Eu tinha outra oferta de um papel principal em um grande filme, mas eu desisti porque tinha um bom sentimento sobre esse. E eu amo a Harley, ela é muito divertida! E o fato de que eu posso continuar interpretando-a, eu espero, só torna isso melhor.”

Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

postado por Mari na categoria Entrevistas
06.11.17
Margot Robbie: “Eu sinto que tirei a sorte grande!”

Durante o Hollywood Film Awards, o site de notícias ET Canada conversou com Margot e Allison Janney no tapete vermelho e as duas foram só elogios para o elenco! Confira a tradução da matéria abaixo:

Elas podem interpretar mãe e filha agressivas na tela, mas na vida real, Allison Janney e Margot Robbie estão maravilhadas uma com a outra.

Nischelle Turner, do ET, falou com as duas estrelas durante o Hollywood Film Awards em Los Angeles no domingo, onde seu filme, I, Tonya, foi homenageado com o prêmio de Melhor Elenco, assim como Melhor Atriz Coadjuvante para Janney.

Janney não tinha nada mais do que elogios par Robbie, que não só estrela como a patinadora Tonya Harding em I, Tonya, mas também serviu como produtora para o filme.

“Eu estou completamente maravilhada com o que ela tem feito,” a estrela de Mom disse sobre Robbie e sua ética de trabalho. “Ela não parou de trabalhar desde que fizemos esse filme em fevereiro. Ela e seu marido [Tom Ackerley] e a LuckyChap [Entertainmment, a produtora do casal] estão produzindo muitos filmes.”

A atriz também ficou admirada com a habilidade de Robbie para se transformar por papéis como em I, Tonya e sua próxima aparição em Mary Queen of Scots, onde ela está praticamente irreconhecível como Rainha Elizabeth I.

“Eu vi algumas fotos online porque eu precisei fazer uma entrevista com ela para uma revista, e eu fique perplexa com ela,” disse Janney.

Ela também admitiu que Robbie é maravilhosa fora das personagens e maquiagem. “Ela é uma das mulheres mais bonitas do planeta, ela realmente é,” disse Janney. “Eu não consigo parar de olhar para sua pele sem poros e ficar tipo, salivando.”

Por sua parte, Robbie disse que ficou muito animada pelo filme ser homenageado tão cedo na temporada de premiações, e pela chance de trabalhar com co-stars como Janney e Sebastian Stan tanto como produtora e atriz.

“Digo, eu sinto que tirei a sorte grande,” a atriz de 27 anos disse sobre o elenco. “Não são somente atores brilhantes e talentosos, são pessoas maravilhosas e nós todos nos demos muito bem e nos divertimos muito. Isso, somente, na minha mente, é a melhor coisa que poderia ter acontecido, mas ser reconhecida e ganhar um prêmio por isso no final do dia, é apenas a cereja do bolo.”

A estrela também falou sobre sua agenda insana que Janney mencionou antes.

“Nós finalizamos I, Tonya em março e eu fiz outros três filmes desde então,” Robbie revelou. “Estou no meio de um agora mesmo.”

“É louco, mas eu sou muito sortuda de ter essas oportunidades. Não posso negá-las,” ela adicionou.

I, Tonya está recebendo muito barulho para a temporada de premiações, e Robbie está preparada para dominar Hollywood com seus próximos projetos. Mas mesmo com a quantidade de elogios, ela está tentando se manter modesta.

“Aceite com uma pitada de sal, certo? Eu não quero cair no hype,” ela disse.

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

postado por Mari na categoria Entrevistas
05.11.17
Margot e o elenco de I, Tonya falam sobre a “vida fascinante” de Tonya Harding

Durante o painel do Deadline The Contenders, Margot e o elenco de I, Tonya, junto com o diretor e roteirista do filme, compartilharam seus pensamentos sobre a vida de Tonya Harding, que inspirou o longa. Confira:

“Eu não planejei de modo nenhum fazer isso,” disse o roteirista de I, Tonya, Steven Rogers, no Deadline’s The Contenders no sábado em Los Angeles. “Então eu vi esse ótimo documentário sobre Tonya Harding.”

I, Tonya explora a realidade da vida da patinadora olímpica e as diferentes explicações do que aconteceu quando sua rival Nancy Kerrigan foi atacada e ferida. Com Margot Robbie no papel principal, Rogers mostrou um lado de Harding que ninguém sabia.

“Foi fascinante realmente conhecer a históra de Tonya,” o diretor Craig Gillespie contou para o moderador Pete Hammond do Deadline. Usando as contraditórias explicações das entrevistas de Rogers com Tonya e seu ex-marido Jeff Gillooly, o filme sabiamente apresenta diversos pontos de vista. “Nós descobrimos na edição que fizemos isso de um modo não muito claro, então o público teria que se concentrar para descobrir qual versão estávamos contando no momento,” Gillespie disse.

Robbie disse que ela decidiu como abordaria o papel antes de se encontrar com Harding porque ela queria “apenas conhecê-la como pessoa, eu não queria que parecesse uma pesquisa.” Harding foi “incrivelmente gentil,” disse Robbie. “Ela me perguntava, ‘Como você está aprendendo a patinar? Você quer minha ajuda com o treino?'”

Uma das coisas que realmente ajudou Robbie a apresentar Harding sem preconceitos foi que ela não sabia sobre o incidente com Kerrigan antes de ler o roteiro. “Foi melhor desse jeito, abordar isso com novos olhos,” ela disse. “A realidade é que ela teve uma vida muito difícil.”

Ao interpretar a mãe de Harding – um papel que Rogers escreveu com ela em mente – Allison Janney não teve muito material, já que a mulher da vida real não foi localizada. “Steve tentou,” Janney disse, “e Tonya não sabia onde ela estava estava. Ela acha que sua mãe foi vista morando em um trailer atrás de uma casa de penhores ou algo assim. Nós não sabíamos na época se ela estava viva ou morta, então isso é tudo a experiência de Tonya com sua mãe e licença poética.”

Uma coisa específica que Janney gostou sobre seu papel foi atuar com um pássaro vivo em seu ombro. “Eu trabalhei com muitos animais, mas nunca um pássaro,” ela disse. “Uma vez me disseram que um jeito de fumar um cigarro e parecer legal é nunca olhar para o cigarro, então eu pensei, ‘Eu não vou olhar para esse pássaro.'” O trabalho em equipe nem sempre era fácil, no entanto. “Ele ficava bicando minha orelha,” Janney disse. Mas o papel foi “muito divertido. Eu apenas pensei, ‘Vamos lá.'”

Para Sebastian Stan, interpretar Gillooly foi “um pouco surreal.” Baseando suas informações nas entrevistas de Rogers com ele, Stan disse: “Para ser honesto, eu queria conhecê-lo apenas porque eu não consegui achar uma foto dele sorrindo. Eu queria ver seu rosto iluminado.”

Sobre como Harding recebeu o filme, Rogers disse, “Ela riu e chorou, e algumas coisas ela não gostou, mas ela me mandou e-mail duas vezes somente para me agradecer, então eu acho que ela está feliz.”

Fonte | Tradução & Adaptação: Margot Robbie Brasil

postado por Mari na categoria Entrevistas
17.10.17
Margot Robbie em entrevista para a edição de novembro da ELLE Magazine

Margot Robbie é capa da edição de novembro da ELLE Magazine, junto com outras atrizes, em uma edição feita para celebrar mulheres poderosas de Hollywood. Confira abaixo a entrevista traduzida:

Tudo começou com um salto agulha. Especificamente, um vermelho, afundando no rosto de Leonardo DiCaprio, na obra de 2013 indicada ao Oscar de Martin Scorsese, O Lobo de Wall Street. Na cena essencial, o corretor de DiCaprio, Jordan Belfort, engatinha pelo carpete em direção a sua esposa, Naomi, humilhando-se por perdão pela sua infidelidade. Mas Naomi, interpretada para empoderar a perfeição do sexo por Margot Robbie, não está tolerando.

“Eu não recebi muita direção de Marty durante a filmagem toda,” diz Robbie, 27, que fez sua estreia na atuação quando era adolescente, na novela australiana Neighbours, antes de se mudar para Los Angeles e quase instantaneamente conseguir o papel principal no drama de 2011 da ABC, Pan Am. “Nosso trabalho era encontrar o personagem e levantá-lo na ocasião. Se não fizéssemos, nós não estaríamos muito no filme.”

E ela levantou: Aquele “Quem é essa garota? ecoando pela America rapidamente se tornou, “Agora sim uma estrela do cinema,” quando Robbie conseguiu um papel atrás do outro com determinação, humor e uma dose saudável de sensualidade. Após O Lobo, ela provou que glamour não era seu único jeito com o filme independente de 2015, Os Últimos na Terra, interpretando Ann, uma inocente menina da fazenda cujo a vida pós-apocalipse é desarrumada quando dois homens misteriosos (Chiwetel Ejiofor e Chris Pine) entram em seu mundo. Nesse mesmo ano, Golpe Duplo viu Robbie libertar sua mulher fatal interior como uma golpista acompanhando Will Smith. Em 2016, Uma Repórter em Apuros levou ela, e sua co-star Tina Fey, para o Afeganistão como jornalistas de guerra. E os críticos concordaram que, se há um razão para assistir Esquadrão Suicida, é para ver Robbie trazendo a vilã louca mas muito engraçada dos quadrinhos, Harley Quinn, que possivelmente terá seu próprio filme com o Coringa de Jared Leto.

A estreia deste mês, Goodbye Christopher Robin, no entanto, leva Robbie ao que ela chama de “o extremo oposto do espectro da Harley”. O filme segue a vida do autor A. A. Milne (Domhnall Gleeson) enquanto ele cria o livro infantil O Ursinho Pooh na Inglaterra pós-Primeira Guerra Mundial. Robbie interpreta Daphne, a esposa elegante de Milne, que se recusa a ministrar as necessidades emocionais de seu marido, que sofre de Estresse Pós-Traumático ou de seu filho, o verdadeiro Christopher Robin, enquanto ele se torna uma celebridade. “Você precisa entender as circunstâncias que a Daphne nasceu,” diz Robbie. “Ela é uma mulher britânica com expectativas de como agir e criar um filho na aristocracia, e ela está fazendo isso em um tempo bem horrível para estar vivo.”

“Margot nunca pediu desculpas por ela,” Gleeson diz. “Ela encontrou a razão pela sua atitude e ela caminhou com isso. Essa é uma das coisas que aprendi com ela: Procure papéis que não esperam que você interprete. E a outra é, se ninguém está oferecendo esses papéis, crie-os.”

Agora, Robbie está com essa missão direta. “Eu nunca pensei que eu ia querer ser produtora,” ela diz, se referindo a LuckyChap Entertainment, produtora que ela começou em 2015 com seu marido, Tom Ackerley. “Eu sempre quis dirigir e produzir, mas eu cheguei em um ponto como atriz onde eu senti que era a marionete de todo mundo. Eu pensei, por que não posso decidir sobre a arte que estou fazendo?

O projeto de estreia de Robbie é Terminal, um suspense noir sobre cinco pessoas (Robbie interpreta uma garçonete com uma fascinação estranha com a morte) cujas vidas se cruzam em um mundo futuro distópico. Adicione produzir e estrelar em uma biografia que já está sendo falada: I, Tonya, na qual Robbie, em uma poderosa performance, domina a patinação no gelo (depois de treinar por três meses), as roupas e, sim, o cabelo engraçado de Tonya Harding. A comédia de humor negro, do diretor de Lars and the Real Girl, Craig Gillespie, fala sobre a anti heroína da pobre Portland que se torna atleta campeã e figura pública desonrada após ser ligada ao ataque em Nancy Kerrigan no Campeonato de Patinação Artística dos EUA em 1994.

“Uma pessoa tão bonita como a Margot pode ser estereotipada,” diz Allison Janney, que interpreta a mãe de Harding, LaVona Golden. “Mas ela fez algo fora do que ela costuma fazer, e eu tenho um respeito enorme por isso.” Sebastian Stan, que interpreta o marido de Harding, Jeff Gillooly, encontrou-se “apaixonado por seu talento enorme tanto quanto atriz como produtora,” ele diz, se referindo aos dias de filmagem de 12 horas. “Mas eu nunca tive que ajudá-la em nada do seu malabarismo, e isso é um sinal de que você está fazendo bem.”

E enquanto Robbie pode ter parado de tentar fazer axels triplos, o céu é o limite: LuckyChap tem meia dúzia de filmes em desenvolvimento e irá molhar o pé na televisão em breve. Ela também se tornará Rainha Elizabeth I, contracenando com Saoirse Ronanr em Mary Queen of Scots, do ano que vem. “Minha vida não parou desde que eu coloquei os pés na Times Square, vi meu rosto em um anúncio de Pan Am, e eu disse, ‘Puta merda,'” diz Robbie. “Eu tenho que continuar, seja interpretando ou criando personagens intrigantes em roteiros não convencionais. É assim que você consegue longevidade. E eu espero que eu fique por aqui por muito tempo.”

O Lobo de Wall Street, 2013: “Martin sempre falou comigo como igual, tipo, “Você sabe aquele filme? E eu ficava tipo, “Não, eu nunca ouvi falar desse filme obscuro da Alemanha em 1920, mas continue!”

Esquadrão Suicida, 2016: “Eu posso fazer qualquer coisa em uma cena com a Harley. Eu poderia matar alguém ou beijá-lo, mentir ou ser completamente honesta. Tudo isso funciona para a personagem.”

Goodbye Christopher Robin, 2017: “Movimento constante no rosto do horror era como as pessoas lidavam com a guerra. Se a Daphne parar e olhar em volta, ela vai cair e nunca mais se levantar.”

Terminal, 2018: “Sou eu, uma professora de escola com uma doença terminal, dois gangsters, e um zelador bizarro. Um filme muito legal e estranho sobre nossos caminhos se cruzando.”

I, Tonya, 2017: “Quando eu vejo toda a filmagem, após a jornada de interpretá-la, eu apenas desejo que ela tivesse boas pessoas ao redor dela. Faria uma diferença enorme.”

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

postado por Mari na categoria Entrevistas
16.10.17
Margot Robbie fala sobre seu casamento e novos filmes em entrevista

Margot falou recentemente sobre seus novos filmes, I, Tonya e Mary Queen of Scots em uma entrevista com um site de notícias australiano. A atriz também falou sobre o que mudou na sua vida desde seu casamento. Confira:

Margot Robbie é uma estrela da lista A, mas ela é rápida em colocar os pingos nos is: a vida de uma estrela do cinema não é só festas glamurosas.

“A maior concepção errada sobre mim é que as pessoas pensam que eu passo o tempo todo sentada em um iate ou dançando em festas chiques. Eu queria que isso fosse verdade,” ela ri. “Eu acho que as pessoas têm essa ideia de que fazer filmes é estar em um estúdio deslumbrante com um café na sua mão.”

Estamos no set de I, Tonya, a biografia onde ela estrela como a infame patinadora, Tonya Harding.

O ambiente fora do centro da cidade é tudo menos glamuroso. Rindo sobre isso, ela diz: “Eu liguei para a minha família e eles perguntaram, “O que você está fazendo?” E eu disse “Estou no set.” E eles disseram, “Oh, uau, onde?” E eu disse para eles, “Em um rinque de patinação encardido no meio do nada!””

O filme marca sua primeira tentativa como produtora, a qual ela compartilha com seu marido, Tom Ackerley, com quem ela casou em dezembro do ano passado. Muitos casais de Hollywood funcionam com a regra de não levar trabalho para casa. Não com Margot e Tom.

“Eu sempre tive dificuldade em separar a vida pessoal da profissional,” ela disse. “Isso não é algo que eu teria um acordo porque esse não é um trabalho onde você começa às nove da manhã, e às cinco da tarde você se desliga e não volta a pensar novamente até às 9 da manhã do outro dia.”

Alguns podem ter a opinião de que não é saudável para um casal passar tanto tempo juntos. Ela chacoalha sua cabeça. “Bom, pelo menos estamos no mesmo lugar. Honestamente, as pessoas realmente sofrem nesse negócio porque você tem que passar muito tempo longe um do outro. Então, isso tem sido uma bênção.”

Robbie está de cara limpa e vestida casualmente em um macacão e camiseta. Ela terminou de filmar por hoje e limpou toda evidência de Tonya Harding, um papel desafiador que ela interpreta dos 15 aos 44 anos.

Como é interpretar alguém que as pessoas tem tanta antipatia?

Ela ri. “Olha, eu realmente fiquei maravilhada quando a conheci. Ela foi muito doce. As pessoas obviamente não associam essa palavra com Tonya Harding, e eu fico grata de poder conhecê-la,” Robbie disse.

“Ela foi muito, muito adorável. Ela se ofereceu para me treinar. Ela perguntou, “O que você está achando da patinação no gelo?” e eu fiquei tipo, “Cara! É muito difícil. Estou com muito medo de não ser boa o bastante.” E ela disse, “Você está com os seus patins? Eu te levo agora no rinque e podemos começar a praticar.”

Ela pausa. “Ela é poderosa, ela é uma força. Eu acho que eu estava esperando uma pessoa agressiva, muito avançada e muito grossa, e ela não era nada disso.”

Robbie tem alguns filmes estreando, incluindo Goodbye Christopher Robin, que chega aos cinemas mês que vem. “Eu não estou falando isso de propósito, mas meus brinquedos de pelúcia favoritos eram Pooh e Tigrão,” ela sorri.

Ela estará logo fazendo outra grande transformação física para interpretar a Rainha Elizabeth em Mary Queen of Scots.

“Uau. Quando eu assinei para o papel, eu não sabia que seríamos tão dramáticos com os protéticos,” disse Robbie. “Eu acho que a diretora, Josie [Rourke], realmente queria entender por que seu visual ficou tão dramático no fim de sua vida e por que ela acabou optando por usar uma máscara.”

“Historicamente, nós sabemos que ela tinha varíola, o que deixou muitas cicatrizes e nós temos isso no filme. Então foi um processo longo conseguir a peruca careca, os protéticos e a maquiagem certa. Foi uma transformação incrível e definitivamente afetou o jeito que eu me senti quando estava a interpretando.”

Enquanto a carreira de Robbie atingiu níveis altos nos anos recentes, ela está feliz também com a sua vida pessoal, ao se casar com seu parceiro de longa data em dezembro do ano passado.

Ela tem esses momentos “me belisque” de vez em quando?

“Oh, totalmente. Eu sinto isso no final de cada ano,” Robbie disse. “Eu digo para mim mesma, ‘Daqui pra frente é ladeira abaixo. Nada poderia ser tão legal.’ Mas então algo acontece e ultrapassa isso de algum jeito.”

Ela sorri. “Eu fico tipo, ‘Meu Deus’. Todo ano acontece uma nova revelação e um novo obstáculo. E agora eu estou produzindo, enquanto alguns anos atrás eu nem sabia que eu queria fazer isso. Estou amando. Quem sabe o que estarei fazendo nos próximos dois anos? Muita coisa mudou na minha vida no ano passado,” Robbie sorri. “Estou me beliscando o tempo todo. O tempo todo.”

Robbie viveu com Ackerley em Londres como colegas de apartamento com alguns amigos por alguns anos antes de começarem a ter um romance. “O casamento está ótimo!” ela diz animada. “Sobre essa parte da minha vida com o Tom, não mudou muita coisa.”

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

postado por Mari na categoria Entrevistas
16.10.17
Margot Robbie em entrevista para a revista Cleo

Margot concedeu uma rápida entrevista para a revista Cleo, da Singapura, e falou sobre suas escolhas em sua carreira e como entrou na indústria do cinema. Confira:

Você tem interpretado muitos papéis intensos ultimamente, particularmente com Esquadrão Suicida e agora em I, Tonya. Qual a fonte da sua força?
Minha mãe sempre foi um ótimo exemplo para mim. Ela era uma mãe solteira criando meus irmãos, minha irmã e eu sozinha, e nós não fazíamos a vida dela mais fácil. Nós estávamos sempre brigando e minha mãe teve que ser uma mulher muito forte para segurar as pontas. Ela é uma mulher incrível.

Como foi crescer em uma fazenda em Queensland?
Foi perfeito para crianças. Meus irmãos e eu costumávamos caçar ursos e surfar, e eu cresci sabendo mais sobre agricultura e pecuária do que você pode imaginar. Não era o tipo de infância que você espera que vai levar alguém para a atuação.

Então, o que inspirou você a ser atriz?
Eu sempre tive uma imaginação louca e eu amava assistir vídeos e fingir ser parte das aventuras dos personagens. Eu estava sempre brincando de atuar quando era criança. Eu assistia aos mesmos filmes e vídeos o tempo todo e então refazia as cenas para a minha mãe. Ela era um ótimo público e sempre se perguntava como eu lembrava de todas as falas! Eu também fazia peças de teatro para a minha família e forçava todos a pagarem 1 dólar por cada performance. Então eu sempre entendi o ângulo do negócio das coisas. Mas mesmo depois de fazer um curso de atuação, a ideia de ser uma atriz era tão provável quanto a de ser um astronauta.

Como você entrou na indústria?
Eu trabalhava em uma loja de surf e uns caras estavam filmando um filme na esquina. Por coincidência, um deles me apresentou para um agente e isso me levou à algumas participações especiais em séries de televisão. E então eu fui escalada para Neighbours assim que terminei a escola. Esse [novela australiana que lançou a carreira de Kylie Minogue e os irmãos Hemsworth] foi meu primeiro campo de treinamento para a atuação. Eu tinha que aprender 60 páginas de diálogo em uma semana, trabalhar cinco dias por semana e fazer 16 ou 17 horas por dia. Mas era o tipo de experiência que eu precisava e foi um passo muito importante para mim.

Seus colegas de trabalho já disseram que apesar de você ter o coração leve e ser amigável, você leva seu trabalho e carreira muito a sério.
Eu sempre me esforcei muito e pensei nos tipos de papéis e projetos que faço parte. Eu sempre tive uma boa equipe comigo e sempre foi importante para mim ser muito estratégica sobre a minha carreira. Há muita sorte envolvida, mas você também precisa ter uma ideia de qual tipo de carreira você quer ter.

Você trabalha muito e vive entre o Reino Unido e os Estados Unidos por muitos anos agora. Você sente saudade da Austrália?
Eu sempre estou com saudade de casa. Mas não é a mesma coisa de quando eu tinha 17 anos e me mudei para Melbourne sem contar para ninguém. Agora é esse sentimento de não ser parte de todas essas conversas de jantar que nós teríamos. Sempre que volto para casa, nós sentamos e trocamos histórias sobre o que está acontecendo em nossas vidas. É surreal.

postado por Mari na categoria Entrevistas
15.10.17
Margot Robbie sobre interpretar uma mãe que se coloca em primeiro lugar

Margot falou recentemente com a revista Glamour sobre como foi interpretar Daphne Milne em Goodbye Christopher Robin. A atriz defende sua personagem e explica seus motivos. Confira abaixo:

Há um momento adorável em Goodbye Christopher Robin onde Daphne Milne (interpretada por Margot RobbieWill Tilston) com um ursinho de pelúcia. Ela disfarça sua voz de um jeito brincalhão e alegra seu filho ao trazer o brinquedo a vida de um jeito que só uma mãe consegue. Tudo sobre essa cena, que é ambientada no interior da Inglaterra em 1920, é tão encantadora quanto você espera da locação que inspirou o icônico livro infantil.

Porém, existe uma tristeza oculta nesse momento. Estamos na Inglaterra pós-Primeira Guerra Mundial, e o pai de Christopher Robin, o bem sucedido humorista e dramaturgo conhecido como A.A. Milne, está um pouco danificado por causa da guerra. Ele também está sofrendo com o que conhecemos como estresse pós-traumático. Ele se mudou com a sua família para o interior com esperança de um novo começo, mas Daphne, uma socialista de Londres até o caroço, está perdida e profundamente infeliz nesse novo ambiente. Sua solução? Deixar seu marido e filho pequeno por semanas algumas vezes para correr atrás de seus interesses na cidade.

“Daphne era apaixonada por suas roupas, jóias, jardinagem e decoração,” Margot Robbie diz sobre sua personagem. Mas ela era apaixonada pela maternidade? “Não, não, não mesmo,” o roteirista do filme, Frank Cottrell-Boyce, explica. “Ela estava apavorada por conta disso.

Apesar de ser comum para as mães no tempo, e classe, de Daphne raramente verem seus filhos e deixar as babás fazerem a maior parte da criação da criança, Daphne estava longe de ser comum. Na verdade, de muitos jeitos a Sra. Milne poderia ser descrita como a primeira “mãeagente”. “Ela encorajou seu marido a publicar seu trabalho e fazer a divulgação,” o diretor Simon Curtis explica. “Ela gostava da fama. Ela gostava de ser esposa de um famoso dramaturgo, autor e a mãe de uma criança famosa. Ela não via o lado potencialmente ruim. E para ser justo com ela, ninguém tinha testado esse lado ruim antes. Era um conceito totalmente novo.”

Aos olhos modernos, negligenciar os deveres de pais para festejar e socializar estão longe de ser atributos para “Mãe do Ano”, mas parte do que faz Daphne e o filme tão fascinantes é a decisão intencional de não a fazer ser uma vilã por conta disso. “Eles não estavam tentando fazer ela ser uma coisa,” Robbie explicou para a Glamour. “Era muito evidente no roteiro que o escritor não a via como vilã, mas também não a fez como essa dama perfeita e reservada. Eu amei que ela era complicada e tinha um ponto de vista forte. Eu não queria amolecê-la. Eu queria abraçar as falhas de sua personalidade e também iluminar algumas de suas escolhas e decisões. O público pode não gostar de suas atitudes no começo, mas no final do filme eu espero que possam entender por que ela se comportava daquele jeito.”

Domhnall Gleeson, que interpreta A.A. Milne, não poderia concordar mais com sua esposa nas telas. “Eu acho que a Margot fez uma ótima decisão em não pedir desculpa pelas atitudes de sua personagem,” ele nos contou na premiere do filme em Londres. “Ela disse que conheceu pessoas assim em sua vida, pessoas fortes que parecem rudes e não se desculpam por isso, e eu amo que ela escolheu esse caminho com a Daphne. E ainda mais, Daphne estranhamente deu mais coragem e apoio ao seu marido do que parece, seja com tempo livre com seu filho, tempo livre para escrever, etc. Deixá-lo no meio da situação onde ele estava desconfortável era o que ele precisava, e eu achei isso muito interessante.”

Cottrell-Boyce ecoa o sentimento de Gleeson, explicando que “o propósito dela é fazer você entender as pessoas. Ela era difícil, sim, e eu acho que você a julgaria se a conhecesse na vida real, mas o propósito do filme e mostrar para você que todo coração tem suas razões.”

Falando em razões, “Eu espero que os espectadores percebam o quão traumático era para as mulheres que ficavam em casa na guerra tanto quanto era para os homens que estavam na guerra,” diz Robbie sobre a decisão de Daphne de mergulhar em um mundo diferente. “Somente percebam por um momento o quanto essa devastação podia afetar a vida das pessoas.”

E enquanto a maioria das pessoas não diriam que é amor ver seu filho somente por uma hora ou dia, Curtis diz que não havia dúvidas de que Daphne realmente amava seu marido e filho. “Pode parecer estranho, mas eles realmente amavam um ao outro. Ela era incrivelmente prestativa a seu marido. Ela se mudou para o interior por ele e o encorajou a escrever sabendo que ele não seria feliz se não fizesse isso. E então uma vez que ele finalizou seu trabalho, ela o ajudou a divulgá-lo. Mas ela também estava aproveitando sua própria vida.”

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

postado por Mari na categoria Entrevistas
15.10.17
Margot Robbie fala sobre vida de casada com Tom Ackerley

Durante a premiere de Goodbye Christopher Robin em Nova York, Margot conversou rapidamente com a US Weekly sobre a vida de casada com Tom Ackerley e sobre sua personagem Harley Quinn. Confira:

“Meu marido e eu éramos colegas de quarto antes de começarmos a namorar, então eu estou meio que vivendo com meu colega de quarto e isso é incrível,” a atriz de 27 contou para a US Weekly na premiere de Goodbye Christopher Robin em Nova York. “Nós morávamos com um monte de gente e agora estamos morando só nós dois, então estamos nos sentindo muito adultos agora.”

Robbie e Ackerley, também de 27 anos, trocaram alianças em uma cerimônia super secreta na Austrália. Não se sabe quando o casal super privado começou a namorar, apesar de terem trabalhado juntos no drama Suíte Francesa em 2014.

A atriz também se abriu com a US sobre seu papel no filme de 2016, Esquadrão Suicida. “Depois de O Lobo de Wall Street, foi legal ver que as pessoas gostavam do meu trabalho, mas ter crianças agora falando, ‘Eu amo a Harley Quinn’, isso é a coisa mais legal,” ela disse. Ver uma menina jovem no metrô lendo um quadrinho da Harley Quinn. Sim, isso me faz muito feliz.”

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

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14.10.17
Vídeo Legendado: Margot Robbie tatua fã em programa de TV

Margot foi convidada do talk show The Graham Norton Show, em Londres, durante a divulgação do filme Goodbye Christopher Robin. Além de falar sobre seu trabalho, a atriz aceitou o desafio de tatuar um fã no palco do programa. Confira o momento legendado por nossa equipe:

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14.10.17
Vídeos Legendados: Margot Robbie fala sobre I, Tonya e Harley Quinn no TIFF

Durante sua passagem pelo Toronto International Film Festival, Margot foi entrevistada pela Vanity Fair sobre I, Tonya e sua personagem no DCEU, Harley Quinn. Trazemos abaixo os vídeos legendados:

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