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Arquivo de 'I Tonya'



06.12.17
Margot Robbie é capa da revista Time Out New York e fala sobre I, Tonya em entrevista

Margot é capa e recheio da nova edição da revista Time Out New York e fala sobre seu novo filme, I, Tonya, que chega aos cinemas americanos nessa sexta feira. Ela também brinca de “Isso ou Aquilo” em um vídeo para a revista. Confira:

Energia, estilo, dureza: Qualquer pessoa que diga que atuação não é nada como fazer algum esporte não passou muito tempo atuando. Desde que aguentou um maníaco Leonardo DiCaprio em O Lobo de Wall Street, Margot Robbie não poderia ser confundida por nada menos do que uma competidora destemida. Mas sua performance mais recente levanta seriamente a aposta: Como a patinadora olímpica desacreditada Tonya Harding – marcada para sempre por sua associação ao ataque fora do gelo em 1994 em Nancy Kerrigan – a atriz de 27 anos saca um dos feitos mais ousados de empatia do ano. Dirigido por Craig Gillespie e coproduzido pela própria Robbie, I, Tonya é um filme de esportes com altos e baixos e um “Scorsesian” super mudado: brega, engraçado, devastador e com uma estrela principal que será muito falada durante a temporada de premiações. Nascida na Austrália antes de morar no Brooklyn, Londres e mais recentemente Los Angeles, Robbie chama a si mesma de cigana; “lar” é um conceito livre para ela. Durante um momento calmo antes do turbilhão do Oscar, nós nos encontramos com Robbie para falar sobre amarrar os patins durante 17 horas por dia, o escândalo Harvey Weinstein e o enigma no coração de seu mais recente triunfo.

Você sente falta de morar em Nova York?
Oh, meu Deus, está brincando? Eu sinto falta de Nova York o tempo todo. Eu vivi no sul de Williamsburg antes de ficar popular, e então eu morei em Bed-Stuy por um tempo também. Eu acho que Williamsburg está um pouco cheio para mim agora. Mas seis, sete anos atrás, era incrível. Eu sinto falta de tudo: os restaurantes, Brooklyn Bowl, Nitehawk Cinema – eu costumava ir lá o tempo todo.

Mas você ainda é fã dos New York Rangers?
Definitivamente. Eu acho que eu sempre vou ser fã dos Rangers.

Você jogou hóquei no gelo na infância, certo?
Não na infância, mas eu joguei quando me mudei para a América [em 2011]. Eu sou do litoral da Austrália, então esportes no gelo não são populares. Mas Nós Somos os Campeões eram, então eu queria fazer parte de um time. Eu amei.

Em que posição você jogou?
Wing direita, mas não se engane, eu não sou boa.

Ainda assim, a patinação deve ter ajudado você a fazer os saltos triplos em I, Tonya.
[Ironicamente] Sim, eu consigo totalmente fazer um salto triplo. Nós todos subestimamos o quão difícil seria. Quando começamos a planejar aquela cena, pensamos, “Oh, nós só temos que arrumar uma dublê para fazer isso.” E nossa coreógrafa ficou, “Ninguém consegue fazer um salto triplo, vocês sabem disso, certo?” Somente duas mulheres na América podiam fazer e as duas eram asiáticas, então nenhuma delas poderia ser dublê para mim. Nós acabamos fazendo CGI.

Estou arrasado. Entretanto, eu amo como o filme destaca os talentos de Harding, junto com sua rebeldia.
Ela não era de seguir as regras, ela era um pouco bruta, e sem essa mentalidade rebelde, ela não conseguiria ter uma conquista tão incrível no esporte: a primeira americana a fazer um salto triplo em competição. Quanto mais entendemos o mundo da patinação no gelo, mais nós valorizamos.

Há também uma sutil guerra de classes acontecendo com outras coisas e contra os jurados esnobes que ficaram chocados pelas coreografias com Sleeping Bag de ZZ Top.
Ela tinha uma disciplina incrível e motivação para chegar onde chegou, apesar de sua classe e circunstâncias. Patinação artística é um esporte muito caro. Ainda assim, ela conseguiu sobressair. Tonya não é necessariamente a imagem que eles queriam ter. Mas eu acho que é isso que eu gosto mais no filme.

Tudo o que nós lembramos sobre Harding principalmente é o “incidente”. Como alguém interpreta essa mentalidade? O filme é evasivo sobre sua culpa.
Eu acho que eu estava focando, no geral, na ideia que ela estava necessitada de amor e constantemente procurando por validação, seja do Jeff [Gillooly, ex marido de Harding], da sua mãe ou do público.

Você não parece querer julgá-la.
Essa história aconteceu antes do ciclo das notícias de 24 horas. Foi antes do O.J. Foi uma bola de neve fora de controle. As pessoas estavam alimentando demais isso. Como ela diz no filme, “Vocês também são todos meus agressores.” Nós podemos sentar aqui e julgar sua mãe ou o Jeff por abusarem dela, mas nós julgamos a Tonya tão rápido também. O público geral teve parte nisso. Em algum ponto do filme, nós queremos segurar um espelho para a sociedade e nos dar a chance de olhar para nós mesmos e questionar o quão rápido julgamos as pessoas sem pensar nas circunstâncias.

Tonya Harding foi, em um certo grau, uma mulher explorada tentando retomar o poder. Isso te lembra do escândalo Weinstein?
São dois incidentes isolados, mas o que ambos mostram é o quão incrivelmente resistentes são as mulheres. Elas irão se levantar e lutar.

Você tem algo a falar sobre as mulheres que estão tomando a frente e falando sobre o assunto?
Eu já falei um pouco sobre, mas para dar eco nesses sentimentos, eu acho que as mulheres que estão tomando a frente são incrivelmente corajosas. Eu acho que seria uma coisa difícil de fazer. E eu espero que conforte saber que ao fazer isso, elas estão tornando mais fácil para pessoas no futuro fazerem o mesmo. Nós podemos facilitar a mudança nessa indústria e muitas outras.

Seu filme, apesar de explorar o abuso físico e emocional de Tonya em grande parte, é muito empoderador e centrado nas mulheres. Até no sentido literal, a câmera está sempre no seu rosto, o tempo todo, capturando sua euforia.
Eu achei essa uma abordagem super legal. Nas Olimpíadas de Inverno, nós somos acostumados a ver essas tomadas estáticas com lentes longas, e parece gracioso e lindo. Mas o que você perde é esse poder que precisa para fazer esses saltos e movimentos. Então nós pedimos para nosso cameraman ficar de patins também, e ele estava apenas alguns pés de distância de mim, e nós fazíamos a coreografia juntos, como uma dança. Isso é algo que não vi antes. Craig realmente queria que nós vivêssemos os momentos altos da Tonya antes de viver os baixos.

I, Tonya tem muito burburinho de premiação. O quanto a conversa do Oscar aparece no seu pensamento?
É absolutamente a cereja do bolo. A coisa sobre os filmes independentes é esse milagre de conseguirem fazê-los. Eu estava tão preocupada com tentar fazer o filme sair do papel, então ser parte de uma conversa sobre o Oscar é muito modesto e extremamente surpreendente ao mesmo tempo. Para ser honesta, tudo o que eu queria era fazer um filme que as pessoas iriam gostar e ir assistir. Enquanto isso acontecer, eu estarei feliz.

Você conheceu a Tonya?
Sim. Não foi muito importante para a minha pesquisa porque há tantos vídeos dela na internet, e eu queria decidir como eu interpretaria essa personagem antes de conhecê-la como pessoa. Mas uma semana antes das filmagens, Craig e eu voamos para Portland e almoçamos com ela. Eu não queria examinar detalhadamente suas maneiras e ouvir seu dialeto. Digo, foi difícil não fazer isso, mas eu estava tentando. Eu queria conhecê-la para deixá-la ciente de que eu estaria lidando com sua história com respeito, mas ao mesmo tempo, é um filme. Eu não ia me segurar com essa personagem, e eu queria que ela entendesse isso.

Ela foi legal com isso?
Sim, ela foi ótima. Eu não imagino que eu teria a coragem de deixar alguém fazer um filme sobre a minha vida, quem dirá a parte mais traumática. Então, considerando tudo, ela foi incrivelmente compreensiva. Ela realmente se afastou e nos deixou fazer nosso trabalho. Ela não estava no set, ela não era consultora, ela não influenciou o roteiro. Como cortesia, obviamente, nós exibimos o filme para ela antes de alcançar o público.

E?
Eu acho que foi uma experiência complicada para ela, bem emocionante. Ela achou a frase “Chupa o meu p*u” que eu grito para os jurados hilária. Ela queria ter dito isso na época.

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

postado por Mari na categoria Entrevistas
04.12.17
Margot Robbie revela o motivo pelo qual decidiu ser produtora

Margot conversou com a revista Us Weekly durante a premiere de I, Tonya em Nova York na semana passada e revelou o motivo pelo qual decidiu ser produtora. A atriz também fala sobre suas habilidades na pista de patinação e sobre noites de encontro com seu marido, confira:

Caminhando para o ouro. Ao invés de esperar pelo seu próximo grande papel, Margot Robbie assumiu a produção de I, Tonya e falou com a Us Weekly exclusivamente sobre a experiência na premiere do filme em Nova York, 28 de novembro.

“Não estou dizendo que eu não estava feliz com os papéis que eu estava recebendo – definitivamente fazer O Lobo de Wall Street abriu muitas oportunidades que não estavam presentes – mas eu acho que também não queria esperar por esses ótimos papéis aparecerem a cada dois anos,” Robbie contou para a Us. “Eu queria encontrá-los um pouco mais rápido e isso significa que eu tinha que achá-los eu mesma ou desenvolvê-los.”

Robbie continuou, “Eu trabalho com um grupo de pessoas incríveis, eu amo todos da nossa empresa e não sobre achar papéis só para mim, é achar papéis para atrizes em geral, atores, diretores de primeira ou segunda viagem, diretoras, roteiristas.”

A atriz de 27 anos de Esquadrão Suicida, que aprendeu a patinar para o papel da patinadora olímpica, contou para nós que ela ainda não é profissional no esporte.

“Eu não sei se eu poderia fazer isso!” Robbie respondeu quando foi questionada se ela levaria seus talentos para o Disney On Ice. “Mas talvez eu pudesse ser uma boa substituta, ou dublê para eles, eu não estou no nível profissional ainda.”

Robbie também falou com a Us sobre suas noites casuais com o marido Tom Ackerley.

“Noites de encontro? Oh, Deus, essa é uma resposta tão nerd. Nós assistimos filmes!” Robbie disse sobre seu marido de quase um ano. “Nós somos amantes de filmes, somos cinéfilos. Nós queremos apenas assistir filmes o tempo todo!”

Fonte | Tradução e Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

postado por Mari na categoria Entrevistas
30.11.17
Margot Robbie diz que conhecer Tonya Harding foi adorável

Margot Robbie conversou brevemente com a Variety ontem à noite durante a premiere de I, Tonya em Nova York e comentou sobre seu encontro com Tonya Harding. Confira:

Já fazem quase 24 anos desde a “pancada que foi ouvida ao redor do mundo,” mas a vilã da patinação Tonya Harding e sua rival, Nancy Kerrigan, estão de volta nos holofotes graças a estreia de I, Tonya.

Margot Robbie, que estrela como Harding, e o resto do elenco estavam na premiere para a biografia em Nova York na terça-feira.

O novo filme destaca a vida de Harding antes e depois do famoso ataque em 1994 na patinadora Kerrigan, planejado pelo ex-marido de Harding, Jeff Gillooly, e seu guarda costas Shawn Eckardt, e supostamente Harding – algo que a antiga patinadora olímpica ainda nega apesar de Gillooly manter que ela sabia sobre o ataque.

Robbie, que era nova demais para lembrar do incidente, contou para a Variety que ela não sabia que a história era real até fazer o filme. Apesar disso, no final das filmagens, Robbie descreveu conhecer Harding pessoalmente como “surreal.” Ela adicionou, “Eu mando mensagens para ela e coisas assim desde que deixamos Portland.”

“Ela foi adorável e entendeu que eu precisava habitar a personagem,” Robbie continuou. “Eu não estava tentando imitá-la e eu queria incorporar seu espírito. No final, há uma diferença, para mim, entre ela e a personagem.”

Fonte | Tradução e Adaptação: Margot Robbie Brasil

postado por Mari na categoria Entrevistas
29.11.17
Vogue Magazine acompanha a premiere de I, Tonya em Nova York

A revista Vogue acompanhou a premiere e after party de I, Tonya em Nova York e conversou com a Margot sobre o filme durante o evento. Confira:

No filme I, Tonya, Margot Robbie interpreta a patinadora Tonya Harding que, famosamente, se envolveu no ataque a sua competidora Nancy Kerrigan. A história, um dos primeiros escândalos de verdade nas notícias diárias, explodiu, fazendo de Harding uma vilã indisputável.

Robbie interpretou personagens familiares em filmes biográficos anteriormente. Recentemente, ela estrelou como Daphne Milne, esposa do autor AA Milne, em Goodbye Christopher Robin. Mas Tonya não era apenas uma personagem que todos conheciam, ela era uma personagem que todos pensavam que conheciam. “É um responsabilidade maior toda vez que você interpreta uma personagem da vida real, e uma que está muito viva e muito conhecida pelo público geral. Especialmente alguém que o público geral já tem seu julgamento. Contar essa história de um jeito que eles podem não estar esperando é um desafio divertido,” ela disse para a Vogue na premiere do filme, apresentada pela Calvin Klein, Neon e 30 West. Vestida com um sobretudo e macacão de renda da Calvin Klein, a atriz se juntou ao colega de elenco Sebastian Stan, e também a Nicky Hilton Rothschild e a modelo Constance Jablonski, no Village East Cinema para dar o pontapé para a estreia do filme em dezembro.

Após o término do filme, fomos para a after party no terraço do Bowery Hotel. Recebendo os convidados do lado de fora estava um Pontiac Firebird rosa choque de I, Tonya fazendo muitos momentos no Instagram. Dentro, os convidados comiam pancetta com pimenta verde e cebola, mais batata frita recheada. E, graças a boa música e grande multidão, a festa foi até tarde da noite.

Fonte | Tradução e Adaptação: Margot Robbie Brasil

postado por Mari na categoria Entrevistas
29.11.17
Margot Robbie e I, Tonya são indicados ao Satellite Awards

Margot e I, Tonya foram indicados ao Satellite Awards como Melhor Atriz e Melhor Filme respectivamente. A premiação acontece no dia 10 de fevereiro. Confira:

Motion Picture
“Dunkirk”
“The Shape of Water
“Get Out”
“Three Billboards Outside Ebbing, Missouri”
“Lady Bird”
“The Big Sick”
“I, Tonya”
“God’s Own Country”
“Call Me by Your Name”
“Mudbound”

Performance by an Actress in a Motion Picture
Emma Stone, “Battle of the Sexes”
Judi Dench, “Victoria & Abdul”
Frances McDormand, “Three Billboards Outside Ebbing, Missouri”
Sally Hawkins, “The Shape of Water”
Diane Kruger, “In the Fade”
Margot Robbie, “I, Tonya”
Saoirse Ronan, “Lady Bird”
Jessica Chastain, “Molly’s Game”

Fonte

postado por Mari na categoria I Tonya
29.11.17
Margot Robbie na premiere de ‘I, Tonya’ em Nova York

Com a estreia de ‘I, Tonya‘ se aproximando nos EUA, o filme teve sua premiere em Nova York na noite desta terça-feira (28). Margot e todo elenco marcaram presença e vocês podem conferir as fotos em nossa galeria:

postado por Bruna na categoria I Tonya
22.11.17
Margot Robbie na press conference de ‘I, Tonya’

Na segunda-feira, 20, Margot Robbie passou o dia dando entrevistas sobre ‘I, Tonya‘ em Los Angeles. Confira em nossa galeria as fotos da press conference e fotos compartilhadas nas redes sociais:

postado por Bruna na categoria I Tonya
21.11.17
Margot Robbie e I, Tonya são indicados ao Spirit Awards

As indicações do Spirit Awards foram anunciadas na tarde de hoje e Margot Robbie e I, Tonya foram indicados na categoria de Melhor Atriz e Melhor Edição! A premiação acontece no dia 3 de março na praia de Santa Mônica, Califórnia.

postado por Mari na categoria I Tonya
05.11.17
Margot e o elenco de I, Tonya falam sobre a “vida fascinante” de Tonya Harding

Durante o painel do Deadline The Contenders, Margot e o elenco de I, Tonya, junto com o diretor e roteirista do filme, compartilharam seus pensamentos sobre a vida de Tonya Harding, que inspirou o longa. Confira:

“Eu não planejei de modo nenhum fazer isso,” disse o roteirista de I, Tonya, Steven Rogers, no Deadline’s The Contenders no sábado em Los Angeles. “Então eu vi esse ótimo documentário sobre Tonya Harding.”

I, Tonya explora a realidade da vida da patinadora olímpica e as diferentes explicações do que aconteceu quando sua rival Nancy Kerrigan foi atacada e ferida. Com Margot Robbie no papel principal, Rogers mostrou um lado de Harding que ninguém sabia.

“Foi fascinante realmente conhecer a históra de Tonya,” o diretor Craig Gillespie contou para o moderador Pete Hammond do Deadline. Usando as contraditórias explicações das entrevistas de Rogers com Tonya e seu ex-marido Jeff Gillooly, o filme sabiamente apresenta diversos pontos de vista. “Nós descobrimos na edição que fizemos isso de um modo não muito claro, então o público teria que se concentrar para descobrir qual versão estávamos contando no momento,” Gillespie disse.

Robbie disse que ela decidiu como abordaria o papel antes de se encontrar com Harding porque ela queria “apenas conhecê-la como pessoa, eu não queria que parecesse uma pesquisa.” Harding foi “incrivelmente gentil,” disse Robbie. “Ela me perguntava, ‘Como você está aprendendo a patinar? Você quer minha ajuda com o treino?'”

Uma das coisas que realmente ajudou Robbie a apresentar Harding sem preconceitos foi que ela não sabia sobre o incidente com Kerrigan antes de ler o roteiro. “Foi melhor desse jeito, abordar isso com novos olhos,” ela disse. “A realidade é que ela teve uma vida muito difícil.”

Ao interpretar a mãe de Harding – um papel que Rogers escreveu com ela em mente – Allison Janney não teve muito material, já que a mulher da vida real não foi localizada. “Steve tentou,” Janney disse, “e Tonya não sabia onde ela estava estava. Ela acha que sua mãe foi vista morando em um trailer atrás de uma casa de penhores ou algo assim. Nós não sabíamos na época se ela estava viva ou morta, então isso é tudo a experiência de Tonya com sua mãe e licença poética.”

Uma coisa específica que Janney gostou sobre seu papel foi atuar com um pássaro vivo em seu ombro. “Eu trabalhei com muitos animais, mas nunca um pássaro,” ela disse. “Uma vez me disseram que um jeito de fumar um cigarro e parecer legal é nunca olhar para o cigarro, então eu pensei, ‘Eu não vou olhar para esse pássaro.'” O trabalho em equipe nem sempre era fácil, no entanto. “Ele ficava bicando minha orelha,” Janney disse. Mas o papel foi “muito divertido. Eu apenas pensei, ‘Vamos lá.'”

Para Sebastian Stan, interpretar Gillooly foi “um pouco surreal.” Baseando suas informações nas entrevistas de Rogers com ele, Stan disse: “Para ser honesto, eu queria conhecê-lo apenas porque eu não consegui achar uma foto dele sorrindo. Eu queria ver seu rosto iluminado.”

Sobre como Harding recebeu o filme, Rogers disse, “Ela riu e chorou, e algumas coisas ela não gostou, mas ela me mandou e-mail duas vezes somente para me agradecer, então eu acho que ela está feliz.”

Fonte | Tradução & Adaptação: Margot Robbie Brasil

postado por Mari na categoria Entrevistas
03.11.17
Desde Tonya Harding até Nancy Kerrigan, veja como I, Tonya recria os personagens da vida real

O site Entertainment Weekly compartilhou um artigo onde eles comparam trechos do trailer de I, Tonya com os acontecimentos reais da vida de Tonya Harding. Confira abaixo:

Por dentro dos altos e baixos de Tonya Harding na grande tela:

O animado reconto de Craig Gillespie sobre os altos e baixos da famosa patinadora artística Tonya Harding pode ter várias licenças dramáticas (veja o novo trailer para uma Margot Robbie com o rosto ensanguentado fazendo careta para a câmera e em outra cena enquanto brandia uma espingarda para perseguir o ex marido de Tonya, Jeff Gillooly), mas, em sua raiz, I, Tonya é um filme cheio da rica e real história de uma problemática atleta lutando por seu lugar no mundo. Em frente, veja quão próximos os personagens do filme estão da vida real.

A ascensão de Harding ao estrelato

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Antes de se tornar uma persona non grata no circuito profissional de patinação no gelo, Harding ganhou sua reputação através de uma série de apresentações fortes em nível internacional, ficando em primeiro lugar na Skate America em 1990 e 1992, e em segundo no Campeonato Mundial em 1991.

LaVona Golden (Allison Janney)

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Com doenças aviárias e tudo, a personagem mais colorida de I, Tonya vem na forma da mãe abusiva, boca suja e bêbada de Harding, LaVona Golden, cuja inclinação para casacos de pele e amigos com penas ganham vida com engraçada convicção vinda da destemida Allison Janney.

Campeonato Americano de Patinação Artística de 1991

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Considerado amplamente como seu maior ano como patinadora profissional, Harding fez um axel triplo no Campeonato Americano de Patinação Artística em 1991, se tornando a primeira americana a completar a difícil manobra na história da competição.

Jeff Gillooly (Sebastian Stan)

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Antes da conspiração de acabar com a chance olímpica de Kerrigan, o relacionamento de Harding e Gillooly estava repleto de supostos abusos. Eles se casaram quando Harding tinha 19 anos e se divorciaram três anos depois. Ela acustou Gillooly de abusar fisicamente dela durante a união.

O incidente com Nancy Kerrigan

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A atriz de ‘Cidades de Papel’, Caitlin Carver, interpreta um pequeno papel como Nancy Kerrigan no filme, uma performance que se destaca durante a emocionante recriação do escândalo bem documentado do joelho atacado (feito por conhecidos de Harding) que agitou o mundo dos esportes – e quase arruinou a chance de Kerrigan na competição em Lillehammer.

Shawn Eckhardt (Paul Walter Hauser)

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Gillooly e o segurança de Harding, Shawn Eckhardt, contrataram um assaltante para executar o ataque em Kerrigan durante um de seus treinos antes da competição em Detroit. Eckhardt cumpriu pena na prisão mais tarde e foi solto em setembro de 1995. Em uma entrevista para a televisão com Diane Sawyer, Eckhardt alega que Gillooly veio até ele, inicialmente querendo “acabar com Kerrigan”, mas Eckhardt sugeriu mais tarde que uma alternativa apropriada para matá-la seria atacar sua “perna de pouso” com um objeto sem ponta. Eckhardt morreu em 2007.

Olimpíadas de Inverno de 1994

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Apesar da grande oposição sobre continuar na competição, Harding manteve seu lugar no time americano nas Olimpíadas de Inverno de 1994 em Lillehammer, competindo no auge do famoso incidente de Nancy Kerrigan. Ela começou sua apresentação com um problema no cadarço, e implorou para os juízes darem a ela uma segunda chance, o que fizeram. Ela terminou em oitavo lugar, enquanto Kerrigan ganhou uma medalha de prata.

Harding na imprensa

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Enquanto a imprensa cobriu sua acensão nos pódios de patinação artística, eles também atacaram ferozmente sua queda do outro lado do incidente com Kerrigan.

Harding hoje em dia

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Gillespie constrói o filme como uma coleção de memórias ditas pelo olhar reflexivo de uma Harding mais velha e domesticada enquanto ela concede uma entrevista em uma cozinha em ruínas dentro de sua casa no subúrbio, anos após sair dos holofotes. A performance de Robbie nesses momentos sugerem uma mulher mais forte usada por um breve – mas exaustivo – momento pelo escrutínio da mídia, não muito diferente da mulher cuja vida inspirou o projeto.

Fonte | Tradução & Adaptação: Margot Robbie Brasil

postado por Mari na categoria Filmes