Foi anunciado na tarde de hoje que Margot Robbie junto com sua empresa LuckyChap irão produzir uma série de terror baseada nos livros Ameri-Scares. Confira mais:

Margot Robbie e sua LuckyChap Entertainment estão se juntando com a Assemble Media e Warner Horizon para desenvolver a série de livros de Elizabeth Massie, Ameri-Scares, em uma antologia de terror para famílias com um espírito de viagem de carro: Cada episódio se passa em um estado diferente e foca em uma famosa lenda local ou eventos históricos assustadores.

Ameri-Scares está sendo desenvolvida como uma série para a televisão tradicional ou para um serviço de streaming. Robbie, Brett Hedblom & Josey McNamara irão produzir para a LuckyChap Entertainment, que produziu Eu, Tonya e o recente Aves de Rapina. Jack Heller & Brendan Deneen irá produzir para a Assemble Media.

“Com o Ameri-Scares nós vemos a oportunidade perfeita de mergulhar no espaço do terror, e contar o tipo de história única e assustadora que costumávamos contar um para o outro em acampamentos ou festas do pijama quando éramos crianças,” Robbie e sua companhia disseram em uma declaração. “Estamos animados para nos juntar a nossos parceiros na Assemble e Warner Horizon e trazer a série de mistérios e folclore de todo o país de Elizabeth Massie para vida.”

Massie, cujo corpo de trabalho inclui romances, ficção, poesia e não-ficção, é ganhadora duas vezes do Bram Stoker Award e Scribe Award. Crossroad Press of North Carolina publica Ameri-Scares, que é destinada para leitores do ensino fundamental (de 8 a 13 anos). Até hoje, existem 8 livros da série: Califórnia, Nova York, Virginia, Tennessee, Carolina do Norte e Maryland, todas escritas por Massie, além das edições Michigan e West Virginia escritas por Steven Mark Rainey.

“Como fãs de ficção de terror que agrada tanto adolescentes quanto adultos, soubemos assim que lemos Ameri-Scares que Elizabeth criou algo muito especial e atual,” disse Deneen, presidente do desenvolvimento literal da Assemble. “Estamos animados de trabalhar com a LuckyChap e Warner Horizon nessa nova série assustadora.”

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

Margot Robbie compareceu ao tapete vermelho do filme Once Upon a Time in Hollywood durante o Festival de Cannes. Confira as fotos em nossa galeria:

Hoje aconteceu uma situação desconfortável na conferência de imprensa em Cannes, onde o diretor Quentin Tarantino respondeu grosseiramente uma jornalista que questionou a falta de falas da Margot no filme. O site Vulture fez um artigo para explicar o motivo da pergunta durante a conferência e você pode conferir abaixo:

Hoje, na conferência de imprensa em Cannes para seu novo filme Era Uma Vez em Hollywood, Quentin Tarantino foi mal humorado com uma jornalista do The New York Times que perguntou sobre a relativa falta de diálogo de Margot Robbie no filme. A única resposta que o diretor teve foi ríspida, ”Eu rejeito a sua hipótese,” antes de ficar sentado em silêncio e com o rosto ríspido enquanto Robbie entrava na conversa com uma resposta mais sutil e detalhada. ”Eu senti que eu tive muito tempo para explorar a personagem sem diálogo,” a atriz disse. ”Raramente eu tenho a oportunidade de passar tanto tempo sozinha com uma personagem.”

Isso pode soar um pouco como uma diplomacia pública da parte de Robbie, mas ela está certa. E também é absurdo para Tarantino rejeita a “hipótese” da jornalista, já que a personagem de Robbie está geralmente em silêncio no filme, mesmo durante suas cenas chaves.

O quanto do filme ela participa? Não muito, embora ela esteja o bastante para justificar o papel coadjuvante de Robbie. A maior parte do filme foca na estrela decadente Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) e seu dublê Cliff Booth (Brad Pitt), com a história de Sharon Tate como uma jovem atriz com um marido famoso representando o outro lado da moeda: Ela é uma artista em ascensão, com o que parece ser um futuro brilhante.

Robbie é excelente, e ela tem pelo menos uma cena incrível que talvez possa ser o ponto alto do filme. Mas a pergunta da jornalista pode ser válida, e Tarantino, se estivesse prestando atenção, poderia ter justificado como ele escolheu interpretar Sharon Tate, o que isso revela sobre a fama em 1960 em Hollywood (e talvez até hoje). Porque no filme, Tate é uma personagem que olham e falam muito, mas quem raramente possui uma voz. Isso também coincide com a forma de sua carreira na época: Enquanto ela tinha muito talento, ela era escalada para os filmes geralmente por sua beleza, e era mais conhecida por suas sessões de fotos do que por suas performances.

Nas primeiras vezes que vemos Sharon, ela está quieta mas falam sobre ela e a observam: Rick nota que ela e Polanski se mudaram para a casa ao lado, e ele está animado para o que isso significa para sua carreira. Mais tarde, vemos Sharon e Polanski dirigirem para uma festa cheia de coelhinhas da Playboy. Na festa, Steve McQueen (Damian LewisEmile Hirsch) e afirma que ela claramente tem um tipo: ”Um cara fofo e talentoso que parece um menino de 12 anos.” McQueen então adiciona, melancolicamente, ”É, eu nunca tive chance.”

Mais tarde, quando Charles Manson (Damon Herriman) aparece na casa de Jay procurando por seu amigo, Dennis Wilson, Sharon aparece na porta e ela e Manson trocam um breve olhar, o que é de arrepiar já que sabemos o que aconteceu com a verdadeira Sharon Tate eventualmente. (Por falar nisso, essa é a única vez que vemos Charles Manson no filme.)

Sharon está ainda mais calada durante sua maior cena, o que talvez seja a parte mais comovente do filme. Em uma tarde, ela vê um cinema exibindo a comédia de ação de Dean Martin, The Wrecking Crew, onde ela tem um papel coadjuvante. Ela olha amorosamente para seu nome no pôster e para suas fotos espalhadas no lobby. Ela compra um ingresso, esperando que a menina da bilheteria a reconheça. Ela não reconhece, então Sharon pergunta timidamente quanto seu ingresso irá custar se ela estiver no filme. A funcionária ainda não a reconhece – há uma troca engraçada onde eles tentam lembrar o papel que Sharon interpretou em The Valley of the Dolls – mas eles eventualmente a deixam entrar e até tiram uma foto dela ao lado do pôster, para que as pessoas saibam quem é ela.

Então, vemos Sharon se acomodar no cinema e a assistimos assistir ao filme, sorrindo radiante de orgulho sempre que alguém no público ri de umas de suas falas ou cenas. Durante uma das sequências de luta em The Wrecking Crew (que foram tiradas do filme verdadeiro, com imagens da verdadeira Sharon Tate), nós até vemos um breve flashback para o treino de artes marciais que ela recebeu de Bruce Lee (o que foi uma coisa que realmente aconteceu na vida real). Essa sequência inteira é uma das partes mais comovente de Once Upon a Time in Hollywood, mas novamente, Sharon não tem muito diálogo. Margot Robbie faz um trabalho extraordinário aqui, e ela basicamente usa somente seu rosto para fazê-lo. Estamos sentados em um cinema, assistindo Margot Robbie como Sharon Tate sentada em um cinema, assistindo a verdadeira Sharon Tate na tela.

Ainda assim, é um filme sobre os assassinatos Manson, e Sharon Tate é basicamente o rosto desses assassinatos. Então, deve ter mais dela, certo?

Nós vemos mais um pouco das cenas finais de Sharon no filme, mas surpreendentemente, não muito. Assim como ele fez em Bastardos Inglórios, Tarantino reescreve a história aqui. Sem entrar em muitos detalhes, a conclusão do filme é muito repugnante, talvez até catártica, mas também tem o efeito de negar Sharon Tate um papel no filme supostamente sobre uma tragédia que veio para definir sua vida. De um jeito, a decisão de Tarantino de encerrar o filme desse jeito parece desapontadora, e outra razão pela qual sentimos que não vemos muito da Sharon durante ele.

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

O site The Hollywood Reporter soltou sua lista anual das 100 mulheres poderosas do entretenimento e Margot Robbie é uma delas! Confira:

Margot Robbie
Atriz, produtora

Categoria: Estrelas

Faz apenas cinco anos da revelação australiana em O Lobo de Wall Street, mas Robbie – cujo próximos filmes incluem Once Upon a Time in Hollywood de Quentin Tarantino – já possui uma grande jogada na indústria. Após produzir e estrelar em I, Tonya (e conseguir uma indicação de Melhor Atriz no Oscar), Robbie, de 28 anos, e sua produtora LuckyChap, que possuem um acordo first-look com a Warner, irão produzir Birds of Prey da DC e a próxima série de Kat Denning, Dollface para o Hulu.

Meus três mantras matinais: “Coloco uma música para acordar (no momento é Honeybody de Kishi Bashi, tomo uma xícara de chá e alimento meus cães.”

Eu adoraria trabalhar com…Jennifer Kent, porque ela é uma diretora australiana incrível, com quem eu estive obcecada desde Babadook. E também, se eu posso ser abusada o bastante para nomear dois: Wes Anderson, porque seus filmes são uma das razões pela qual amo tanto o cinema.”

A coisa mais graciosa que testemunhei no trabalho ultimamente: “Em uma filmagem noturna, eu estava filmando uma cena muito emotiva e meu parceiro de cena que estava lendo o diálogo comigo fora das câmeras teve que pegar um vôo. Ao invés de um assistente ler comigo, Charlize Theron, que é produtora do projeto e não precisava ficar até tão tarde naquela noite (era véspera de Ação de Graças!), ficou para ler o diálogo comigo.”

Meu prazer culposo do entretenimento: “Love Island, porque eu amava fofocar com as minhas amigas sobre isso.”

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil