As estrelas de Mary Queen of Scots, Margot Robbie e Saoirse Ronan, falaram com o site The Advocate sobre os temas do filme. Confira:

Muito barulho tem sido feito sobre a precisão história do novo filme Mary Queen of Scots, que retrata as rainhas do século 16 Mary Stuart e Elizabeth I como tendo um grande respeito uma pela outra, explorando a ideia de que em diferentes circunstâncias, as mulheres seriam amigas. Ao mesmo tempo, o filme crítica os homens fracos. Ele destaca o medo da alteridade como algo que alimenta o patriarcado e é uma linha direta do período elizabetano com o clima político atual, onde as mulheres no poder são um “flagelo”, como colocado por um personagem tóxico no filme, e onde homens sexualmente fluidos da corte encontram um fim horrível.

”Eu sei que seu coração possui mais dentro do que os homens que a aconselham,” Mary Stuart, de Saoirse Ronan, fala para a Elizabeth de Margot Robbie quando elas finalmente se conhecem no filme (o que não aconteceu na vida real). A fala resume a noção que as mulheres no filme da renomada diretora de teatro Josie Rourke devem se juntar e superar seus conselheiros desastrados, ou então irão cair em suas armadilhas gananciosas.

”Naquela época, não tinha uma balança. Ser homem desbancava tudo. Você poderia ter direito ao trono desde o nascimento, mas você é uma mulher,” Robbie conta para o The Advocate sobre o tema do filme. ”Você não é está segura nessa posição.”

”Na verdade, seus conselheiros e o público geral está apenas esperando para você casar com um cara para que eles possam ter um rei, e tudo ficar estável,” Robbie continua. ”Eles realmente procuram por essa estabilidade, e eles veem estabilidade em um governante masculino.”

Mary Queen of Scots, com as poderosas Ronan (Lady Bird, Brooklyn) e Robbie (I, Tonya; The Wolf of Wall Street) liderando o elenco, oferece um olhar raro em Mary, que é na maioria das vezes mostrada como coadjuvante para Elizabeth na cultura pop.

Como a história de Mary é mostrada realmente, ela passou muito da sua juventude na França, se tornando rainha aos 16 anos antes de voltar para a Escócia para governar após a morte de seu marido aos 18 anos. A mudança colocou Mary, uma católica, em conflito com a governante protestante, Elizabeth. Mary eventualmente casou com seu primo Lord Darnley e produziu um herdeiro homem para o trono, o que o filme prova ser sua destruição. Ela fugiu para a Inglaterra e foi aprisionada até ser decapitada 19 anos depois, quando Elizabeth assinou sua sentença de morte.

O historiador britânico John Guy escreve no prólogo da biografia Queen of Scots: A Verdadeira Vida de Mary Stuart (na qual o filme foi baseado) que sua proposta ao escrever o livro foi chegar na verdade sobre ela, em parte voltando ao passado e pesquisando cartas e relatos apócrifos, alguns que não foram examinados desde o século 19.

A intenção de Guy era ”não vê-la meramente como um monte de estereótipos ou como uma série de mitos convenientes e tenuamente ligados, mas como uma mulher completa cujas escolhas se somavam e decisões faziam sentido,” ele explica no prólogo.

Enquanto uma recontagem feminista da figura histórica que foi diminuída pela de Elizabeth intrigou Ronan, ela também estava ansiosa para fazer justiça à heroína escocesa, ela diz.

”Já existiram algumas versões da Mary, mas tirando a de Vanessa Redgrave alguns anos atrás (Mary Queen of Scots de 1971), não existe um filme definitivo da Rainha da Escócia. E ela é um ídolo escocês. Ela é muito importante para a Escócia,” Ronan conta ao The Advocate. ”Ela é completamente amada, e o fato de que sua história não foi contada por completo antes é absurdo. Por ser da Irlanda e nosso país ter uma história similar com a da Escócia, me pareceu uma coisa pessoal.”

Ao longo de exuberante filme de Rourke que enfatiza a distância física entre elas, Mary e Elizabeth trocam cartas onde falam sobre sua irmandade, suas experiências únicas sobre serem mulheres no poder que poderiam entender uma a outra.

”Elas [Mary e Elizabeth] seguraram seu poder com tudo o que tinham, porque sabiam que poderia ser tirado delas a qualquer ponto, o que significa que o entendimento profundo entre elas era muito forte,” Ronan diz. ”Não havia outra mulher em sua posição nas Ilhas Britânicas e na Europa. Ninguém mais entenderia isso.”

Enquanto as duas foram indicadas ao Oscar de Melhor Atriz no ano passado, Robbie e Ronan estão longe de serem as rivais que suas personagens são forçadas a se tornar nas mãos dos homens ao seu redor. As atrizes mostram grande admiração uma pela outra e uma fácil sintonia enquanto discutem o filme. Robbie, imitando os laços de irmandade do filme, fala que a oportunidade de trabalhar com mulheres, especialmente Ronan, foi uma das coisas que mais a atraiu para o filme.

”Eu quis trabalhar com ela [Ronan] por anos e anos,” Robbie diz, adicionando que ela também ficou tocada pelo roteiro de Beau Willimon e por Rourke no controle.

Em adição a explorar a experiência única das mulheres no poder em 1545, outro aspecto do filme que fascinou as duas atrizes é a noção de liderança feminina (ou falta de) e seu lado contrário, o policiamento dos corpos femininos em termos de valorização apenas para a viabilidade de seus órgãos reprodutivos para produzir um herdeiro masculino. Não muito longe da história, esse também é o ponto central da série atual The Handmaid’s Tale.

”Mary casou e teve um bebê, e Elizabeth incorporou a personalidade da rainha virgem e, em sua mente, evitou qualquer pergunta sobre casamento ao fazer isso,” Robbie diz. ”As duas, eu acho, foram decisões conscientes e definitivamente reacionários ao conhecimento de que elas estavam em uma posição vulnerável, mesmo sendo governantes. Elas estavam em posições vulneráveis porque eram mulheres em uma sociedade dominada por homens.”

”Não importa o quão politicamente astutas, inteligentes e gentis elas fossem, era seus corpos que o Estado queria. Queriam que elas casassem, e na noite do casamento, colocavam um bebê nelas. É isso, e então elas iam embora,” disse Ronan sobre a situação das mulheres na linhagem real. ”Elizabeth foi inteligente o bastante para saber disso. E assim que Mary teve seu filho, ela foi embora. Todo seu poder, todo o seu direito por Deus e dever foi embora. E foi dado para uma criança porque ele tinha mais poder e estava mais acima na cadeia alimentar do que ela. E isso diz tudo.”

Além de retratar a veneração de Mary e Elizabeth uma pela outra, Mary Queen of Scots foge das normas patriarcais na medida em que eleva vários tipos de relacionamentos românticos tradicionais, sexuais e heterossexuais.

Como é bem documentado na história, Elizabeth se envolve em um longo e duradouro caso de amor com Robert Dudley (Joe Alwyn) fora do casamento. Ela também é cuidada com grande proteção e ternura por sua dama de companhia Bess (Gemma Chan). Enquanto isso, Mary é retratada como tendo amizades íntimas com suas suas damas de companhia e também com seu secretário pessoal queer e com não conformidade de gênero, Rizzio (Ismael Cruz Cordova). É esse relacionamento que é usado para quebrar e destronar uma grávida Mary quando ela é acusada de ter um caso sexual com ele, apesar de ser seu marido, Darnley, que vai para a cama com Rizzio no filme.

Historicamente, os dois homens foram eliminados de formas terríveis nas mãos dos homens que queriam expulsar Mary. Há uma discussão se eles eram realmente homens queer, apesar de Guy ter chegado à conclusão de que sim em sua pesquisa para a biografia.

Ainda assim, o tratamento de fluidez no amor e amizade, sexual ou de outro jeito, é muito moderno e também verdadeiro naquele período, Ronan e Robbie concordam.

“A coisa incrível sobre isso é que as pessoas dormiam com quem quisessem naquela época porque era o Renascimento. Especialmente na corte francesa e pela Europa, todo mundo dormia com todo mundo. E não havia nenhuma apreensão se era homem ou mulher,” Ronan diz. “Mary meio que levou isso com ela quando voltou para a Escócia, o que os deixous chocados. Nesse estágio, o puritanismo, o presbiterianismo e o protestantismo eram muito estóicos. Havia um modo calvinista de ensinar religião e cotidiano. Era tudo sobre a Bíblia e era muito rigoroso.”

Adicionando aos comentários de Ronan, Robbie fala sobre a ideia de rótulos que é tão agarrada e evitada hoje em dia.

“É um pensamento muito moderno rotular a sexualidade, e era, de fato, muito mais liberal naquela época. Por todos os relatos históricos, havia muitos governantes que eram notoriamente bissexuais. Eles nunca foram rotulados bissexuais. Nunca foram rotulados gay, bissexuais, héteros, ou qualquer outra coisa,” Robbie diz. “Era mais fluído. Eu acho que é uma coisa moderna, em geral, colocar um rótulo em tudo.”

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

O site The Hollywood Reporter entrevistou as estrelas de Mary Queen of Scots, Margot Robbie e Saoirse Ronan, junto com a diretora Josie Rourke e os produtores da Working Title sobre os bastidores do filme. Confira:

Margot Robbie e Saoirse Ronan passaram a maior parte do tempo no set de Mary Queen of Scots se evitando como praga.

Na verdade, as estrelas do filme de época de U$ 25 milhões da Focus Features sobre a rivalidade do século 16 entre as primas Mary Stuart e Rainha Elizabeth I foram tão extremas para se manterem afastadas até a única cena juntas, que seus assistentes tinham que ter certeza que as atrizes entravam e saiam do set por portas diferentes. A ideia era que quando as mulheres se encontrassem para o clímax do filme, como Al Pacino e Robert De Niro no que a diretora Josie Rourke descreve como “uma versão renascentista de Fogo Contra Fogo, suas reações fossem espontâneas e verdadeiras. Ou pelo menos tão espontâneas e verdadeiras possíveis enquanto usavam golas no pescoço e pinturas com um centímetro de espessura no rosto.

“Foi um momento incrível onde a vida meio que encontrou a arte,” diz Ronan, de 24 anos, sobre a cena. Robbie, de 28 anos, adiciona, “Nós estávamos chorando o tempo todo.”

É claro que Mary e Elizabeth já apareceram nas telas antes. Katherine Hepburn e Florence Eldridge interpretaram os papéis em Mary of Scotland de 1963, e Vanessa Redgrave e Glenda Jackson fizeram sua interpretação em Mary, Queen of Scots em 1971. Mais recentemente, Samantha Morton e Cate Blanchett interpretaram as monarcas em Elizabeth: The Golden Age em 2007. Foi nessa época que o produtor Tim Bevan, que também produziu a primeira vez que Blanchett foi rainha em Elizabeth em 1998, teve a ideia de fazer um filme focado no relacionamento disfuncional das primas. “Havia um negócio inacabado,” o co-chair da Working Title diz.

O projeto continuou inacabado por vários anos, enquanto Bevan e sua co-produtora, antiga presidente da Working Title Debra Hayward, gradualmente pegaram vários elementos da produção. O primeiro projeto, em 2012, mesmo antes de ter um roteiro, já tinha assinado com Ronan para interpretar a personagem títular. Na época, a atriz era conhecida por interpretar a irmã mais nova de Keira Knightley no drama de 2007, Desejo e Reparação (e por conseguir uma indicação ao Oscar por isso. ”Nós a conhecíamos desde que ela era criança,” diz Bevan. ”E temos muita sorte. Demorou mais quatro anos para organizar Mary Queen of Scots, então ela estava na idade perfeita quando conseguimos”

Em algum ponto durante esses quatro anos, Bevan e Hayward foram ao teatro em Londres assistir Ligações Perigosas e escolheram o próximo pedaço – a diretora da peça. Inicialmente, eles falaram com Rourke, de 42 anos, sobre fazer uma adaptação de A Megera Domada, mas quando isso não se concretizou, eles escolheram Mary Queen of Scots. Rourke, que nunca dirigiu para o cinema antes, amou a ideia e rapidamente ligou para seu amigo roteirista Beau Willimon, que sabia uma coisa ou outra sobre drama político por escrever House of Cards. Rourke e Willimon viram o filme como uma oportunidade para corrigir algumas ideia erradas de longa data sobre as primas. Mary, diz Rourke, foi ”pintada como má pela história”, sendo incompetente e sem experiência uma ”grande campanha desinformada sobre ela que durou até esse filme.” Elizabeth, diz Willimon, é popularmente imaginada como essa ”face armada de uma monarca, mais simbólica do que humana.”

Por contar sua versão da história, Rourke e Willimon humanizaram as duas mulheres, focando em sete anos, desde 1561 até 1568, após o retorno de Mary para a Escócia e o começo de sua guerra com Elizabeth pelos direitos do trono britânico que começou com uma batalha que envolveu palácios cheios de homens manipuladores (Jack Lowden como o vaidoso e alcoólico Lord Darnley; David Tennant como o fanático padre protestante John Knox) e terminou com Mary decapitada.

Em 2016, um rascunho do roteiro foi finalizado e Ronan, agora com 22 anos, estava realmente na idade perfeita para o papel de Mary (e tinha conseguido sua segunda indicação no Oscar por Brooklyn em 2015). O que estava faltando era uma Elizabeth. Foi Rourke que sugeriu Robbie, uma escolha que levantou as sobrancelhas na Working Title. ”Nenhum de nós tínhamos visto I, Tonya naquela época e pensamos, ‘Oh, isso é interessante,’” admitiu Bevan. Mas Rourke ficou impressionada com o rosto novo que ela viu em O Lobo de Wall Street. ”Eu pensei que ela era mais velha do que a idade que eu descobri na época porque sua performance tinha tanta maturidade,” diz a diretora. ”Eu a achei completamente fascinante.”

Robbie, no entanto, não queria ser rainha, pelo menos de primeira. ”Eu me lembro de pensar inicialmente, ‘Absolutamente não, eu não posso interpretar a Rainha Elizabeth,’” diz a atriz. ”Minha equipe ficou, ‘Qual o problema? O roteiro?’ E eu fiquei, ‘Não, o roteiro é incrível.’ ‘É a diretora?’ ‘Não, ela é incrível.’ ‘O que é?’ ‘Sou eu, eu não sou boa o suficiente!’” Em uma reunião em L.A, Rourke tentou seu melhor para convencer a jovem estrela de que ela era boa o bastante, até escreveu uma carta para Robbie explicando por que ela era a “pessoa essencial” para interpretar Elizabeth. Eventualmente, Robbie foi convencida.

Se ela soubesse o quão envolvida sua transformação seria, Robbie teria ficado com sua opinião. Ao contrário de Mary, que usa uma aparência inspirada nos franceses durante o filme, Elizabeth aparece com cabelo e maquiagem que é praticamente um efeito especial sozinho. Marcada pela varíola aos 20 anos, Elizabeth usava uma pintura branca no rosto e cobria seus fios finos com uma peruca vermelha e cacheada. Robbie passou horas na cadeira de maquiagem enquanto a maquiadora Jenny Shircore meticulosamente desenhava cicatrizes e cobria com pintura de rosto, só para Robbie saber que elas estavam lá. ”Maquiagem de método,” é como Shircore chama.

Enquanto isso, a estilista Alexandra Byrne, que trabalhou nos dois filmes de Blanchett sobre Elizabeth, foi descobrindo o guarda roupa, usando o tecido menos historicamente preciso imaginável – jeans. ”Os Elizabethanos teriam suado, molhado e secado em suas roupas, que ficavam moldadas em seus corpos,” Byrne explica. ”O jeans faz isso.” E também é barato, então Byrne conseguiu desenhar para a alegria do seu coração. Ainda assim, foi um pouco confuso para os atores. Quando Ronan viu o mood board de Byrne, cheio de fotos de pessoas usando jeans, ela pensou que tinha entrado no set errado. ”Eu fiquei, ‘Er, o que estou fazendo?’” ela lembra. ”E Alexandra apenas disse, ‘Confia em mim, isso vai funcionar.’”

Seguindo as duas semanas de ensaio, as filmagens de oito semanas começaram – em agosto de 2017 – no interior da Inglaterra, em terras antigas como Hardwick Hall em Derbyshire e a Catedral Gloucester do século 17, antes de mudarem para a Escócia. Durante as três primeiras semanas de filmagens, onde a maior parte das cenas de Robbie na Inglaterra foram filmadas e as de Ronan na Escócia estavam prestes a começar, as duas atrizes se encontraram em um celeiro em Buckinghamshire para filmar sua aguardada cena juntas.

Elas deliberadamente evitaram qualquer comunicação uma com a outra durante as semanas que levaram até aquele momento. Mesmo durante o dia da filmagem, quando elas estavam no mesmo lugar, elas ficaram fora de vista uma da outra se escondendo por trás de lençóis brancos pendurados sob vigas. Quando finalmente chegou a hora de ficarem frente a frente, elas estavam se vendo pela primeira vez.

”Foi uma animação pessoal porque ficamos separadas desde o começo,” observa Ronan. ”Fez a cena que tínhamos juntas ficar ainda mais poderosa.”

No entanto, uma coisa não é historicamente precisa. Como qualquer fã de história inglesa pode te contar, Mary e Elizabeth nunca se conheceram na vida real. Nem mesmo uma vez. No que diz respeito a Bevan, porém, a história não importa. ”Não ia funcionar se elas não tivessem se conhecido,” ele diz. ”Você se sentiria interrompido porque não teria o desfecho. Se não fizéssemos o encontro, teríamos que adicionar drama filmando alguma enorme cena de batalha. Mas filmar uma cena com Margot e Saoirse discutindo – uma cena escrita por Beau Willimon – isso é suculento. E consideravelmente mais barato.”

Willimon coloca o problema em termos mais filosóficos. ”Existem verdades históricas e verdades essenciais,” ele diz, ”e algumas vezes você precisa tomar algumas liberdades.”

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

Margot Robbie marcou presença no desfile da grife Chanel que aconteceu em Nova York na última terça feira (04). A atriz australiana foi anunciada como embaixadora da grife no início de 2018.

O site The Hollywood Reporter soltou sua lista anual das 100 mulheres poderosas do entretenimento e Margot Robbie é uma delas! Confira:

Margot Robbie
Atriz, produtora

Categoria: Estrelas

Faz apenas cinco anos da revelação australiana em O Lobo de Wall Street, mas Robbie – cujo próximos filmes incluem Once Upon a Time in Hollywood de Quentin Tarantino – já possui uma grande jogada na indústria. Após produzir e estrelar em I, Tonya (e conseguir uma indicação de Melhor Atriz no Oscar), Robbie, de 28 anos, e sua produtora LuckyChap, que possuem um acordo first-look com a Warner, irão produzir Birds of Prey da DC e a próxima série de Kat Denning, Dollface para o Hulu.

Meus três mantras matinais: “Coloco uma música para acordar (no momento é Honeybody de Kishi Bashi, tomo uma xícara de chá e alimento meus cães.”

Eu adoraria trabalhar com…Jennifer Kent, porque ela é uma diretora australiana incrível, com quem eu estive obcecada desde Babadook. E também, se eu posso ser abusada o bastante para nomear dois: Wes Anderson, porque seus filmes são uma das razões pela qual amo tanto o cinema.”

A coisa mais graciosa que testemunhei no trabalho ultimamente: “Em uma filmagem noturna, eu estava filmando uma cena muito emotiva e meu parceiro de cena que estava lendo o diálogo comigo fora das câmeras teve que pegar um vôo. Ao invés de um assistente ler comigo, Charlize Theron, que é produtora do projeto e não precisava ficar até tão tarde naquela noite (era véspera de Ação de Graças!), ficou para ler o diálogo comigo.”

Meu prazer culposo do entretenimento: “Love Island, porque eu amava fofocar com as minhas amigas sobre isso.”

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil