Conversando com a People sobre Aves de Rapina, Margot Robbie revela ter uma queda por Jurnee Smollett-Bell e não poupou elogios para a colega de elenco. Confira:

Margot Robbie se divertiu muito fazendo Aves de Rapina – e ela também fez uma amizade inspiradora com uma de suas colegas de elenco.

Enquanto falava com a People NOW, a atriz foi questionada sobre qual atriz do filme se parecia mais com sua personagem e em resposta, Robbie nomeou Jurnee Smollett-Bell que interpreta a Canário Negro.

”Ela tem esse poder inato. É algo que eu queria que a Harley se identificasse com a Canário Negro,” Robbie disse. ”Sem saber que ela é meta-humana, eu acho que a Harley pode sentir que ela é poderosa e é meio fascinada por ela.”

Ela continuou, ”E a Jurnee é assim, ela tem esse coração enorme, ela sente profundamente, mas ela tem um grande poder.” Rindo, Robbie adicionou. ”Eu meio que tenho uma queda por ela.”

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

Margot Robbie, Christina Hodson e Cathy Yan falaram sobre como filmaram as cenas com a hiena da Harley em Aves de Rapina e falaram de mais alguns momentos das filmagens como as cenas de patins e no carrossel. Confira:

Se você é a causadora de caos de Gotham, Harley Quinn, um cão não é seu melhor amigo.

Uma hiena, sim.

Em Aves de Rapina, a anti-heroína de Margot Robbie nos apresenta para sua hiena de estimação, Bruce (uma homenagem sutil para o residente de Gotham, Bruce Wayne), que age como um filhote com dentes como navalha e come Twizzlers a la A Dama e o Vagabundo. Após adicionar Bruce, a hiena, no roteiro, Robbie e a roteirista Christina Hodson perceberam que elas precisavam encontrar a tal hiena amigável.

E, vocês sabem, não existem muitas.

”Nós pensamos que seria hilário ter uma das hienas da Harley no filme,” Robbie diz, lembrando de seu pedido durante a pré-produção. ”De repente, todo mundo ficou ‘O que vamos fazer? Não podemos simplesmente ter uma hiena?!”

O grupo viajou para conhecer uma hiena amigável chamado Fonzi, mas não era pra ser. ”Nós fomos visita-lo, mas rapidamente percebemos que seria quase impossível filmar com ele o tanto que precisávamos,” Robbie diz. ”Ele era obviamente muito perigoso, e tudo o que você desse para ele seria ele.” (Em outras palavras, ficaria despedaçado).

A diretora Cathy Yan diz, ”Não fazia sentido ter uma hiena de verdade no set e dar Twizzlers para a Margot alimentá-lo.”

Mas elas não queriam contar com uma criatura totalmente gerada por computador. A solução? Bruce era na verdade ”dois pastores alemães muito adoráveis,” diz Hodson, e então os efeitos especiais tomaram conta.

Sua hiena pode ser um truque de Hollywood, mas realmente era Robbie fazendo várias cenas de ação de patins.

”Eu faço muitas das cenas de patins,” Robbie diz. ”Eu acho que todo mundo pensou que eu seria brilhante nos patins porque eu fiz Eu, Tonya, e ajudou muito, mas ainda é diferente. Fazer contato com outros corpos humanos sob rodinhas se provou ser mais difícil do que eu pensava.”

Lembra da cena de luta em Aves de Rapina que acontece em um carrossel (com Robbie nos patins?) Não foi para brincadeiras.

”Aquele foi um dia muito difícil,” diz Yan. ”Nós tínhamos que fazer essas tomadas longas, e se algum ator fizesse algo errado, tínhamos que começar novamente. As mulheres tinham que fazer a coreografia de novo e de novo para acertar. Eu provavelmente fui a pessoa mais odiada depois desses dois dias.”

Até cansou a eternamente jovem Robbie. ”Eu lembro de pedir para a Margot fazer mais uma tomada, e ela me olhou tipo, ‘Você tem certeza?’” Yan diz.

”Era uma plataforma minúscula com vários corpos se mexendo,” Robbie lembra, notando que a pequena cena no carrossel foi mais difícil do que a que ela persegue um carro de patins.

Hodson diz, ”Eu nunca vi a Margot tão cansada antes.”

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

Margot Robbie conversou com o Screen Rant sobre o período de filmagens de Aves de Rapina e como os quadrinhos estão se inspirando na versão do cinema nos últimos anos. Confira:

Nesse filme, vocês estão chutando bundas. Vocês precisaram treinar para isso?

Não, não foi nada doloroso ou difícil [Risos]

Sua personagem foi de ser baseada nos quadrinhos para ser a versão em que os quadrinhos estão se inspirando. Você pode falar sobre isso?
Tem sido fascinante. Eu interpretei a Harley duas vezes agora – dois cineastas diferentes em duas versões diferentes de Gotham – e foi tão divertido e interessante ver quais características da personagem que os cineastas mais exploram, qual versão de Gotham eles estão tentando retratar e como você pode honrar o material fonte e então colocar no mundo do cineasta e na versão dos personagens. Obviamente, ao interpretá-la duas vezes, há coisas que eu criei na personagem. Eu tenho uma base, mas nesse filme estamos vendo uma Harley bem diferente.

E é tão louco ver como os quadrinhos estão começando a refletir a versão da Harley que eu interpretei no cinema antes. Mas, novamente, eu acho que só mostra que você pode pegar o material fonte, seguir uma história e deixar pra lá e o próximo pode estar em uma outra história com pessoas totalmente diferentes – e eu acho que os quadrinhos, em geral, são assim. É isso que eu gosto nos quadrinhos, você pode pegar e parar de ler, e eu posso ler os Novos 52 ou as antigas e Harleys originais. Ainda assim, a essência da personagem está lá, e eu acho que é o que sempre tentamos fazer nos filmes: trazer o espírito e a essência do personagem para a tela.

Como é o sentimento de quebrar as barreiras ao ser não somente o primeiro filme com uma equipe feminina de super-heroínas mas também com a direção de uma mulher de cor, junto com revolucionar o gênero na indústria hoje em dia?

É incrível. Quero dizer, queríamos diversificar a faixa de idade também. Somos um grupo eclético, somos um grupo que representa o mundo ao nosso redor. Acho que todos devem ou deveriam estar se esforçando para representar o mundo mais honestamente no cinema.

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

Margot Robbie compareceu ao Oscar, onde estava indicada em Melhor Atriz Coadjuvante por sua performance em O Escândalo. A atriz foi acompanhada de seu marido, Tom Ackerley, e sua prima, Julia Chalmers. Como embaixadora da Chanel, ela usou um vestido vintage da coleção de 1994. Confira: