Margot Robbie voltou a falar sobre sua ansiedade em trazer a Hera Venenosa para o DCEU com a revista Den of Geek. A atriz conta que tem muito interesse em mostrar o relacionamento da Hera com a Harley e que vive perturbando a Warner Bros. com o assunto. Confira:

Algumas coisas apenas combinam. Pasta de amendoim e geleia. Música e dança. Arlequina e Hera Venenosa. Essa última combinação clássica está estabelecida há muito tempo no cânone da DC Comics. Enquanto fãs casuais podem pensar que a Arlequina e o Coringa são a dupla suprema, qualquer consumir dedicado de cultura pop sabe que o verdadeiro amor da Harley é, na verdade, a Pamela Isley, conhecida como Hera Venenosa. As duas sempre foram alguma coisa – um relacionamento platônico, romântico ou entre os dois – no universo dos quadrinhos, mas também vimos uma narrativa seriamente romântica na série animada da Arlequina para o HBO Max.

Uma história centrada na Harley onde a deusa verde está notavelmente ausente da órbita dela é o DCEU. Enquanto nos aproximamos da estreia de O Esquadrão Suicida, o terceiro filme em que Margot Robbie interpreta a Arlequina, a ausência da Hera Venenosa continua. Como parte da entrevista de capa da última edição do Den of Geek, tivemos a chance de perguntar para Robbie quando veremos a BFF da Harley e/ou amor verdadeiro fazer uma aparição nessa esquina do Universo da DC.

“Acreditem, estou falando no ouvido deles sobre isso o tempo todo”, diz Robbie, quando questionada se há alguma conversa para trazer a Hera Venenosa para o DCEU. “Eles devem estar cansados de ouvir, mas fico tipo: “Hera Venenosa, Hera Venenosa. Vamos lá, vamos fazer isso.” Estou muito ansiosa para ver o relacionamento da Harley com a Hera Venenosa nas telas. Seria muito divertido. Então, vou continuar perturbando eles. Não se preocupem.”

Anteriormente, Robbie falou sobre querer ver o relacionamento da Harley com a Ivy nas telas com o PrideSource: “Se você lê os quadrinhos, você sabe que elas possuem um relacionamento íntimo. Em alguns quadrinhos é amizade, mas em outros, você consegue ver que elas estão sexualmente envolvidas como um casal. Eu estou tentando – eu adoraria ter a Hera Venenosa no universo, porque o relacionamento delas é uma das minhas coisas favoritas nos quadrinhos, então estou interessada em explorar isso nas telas.”

É legal saber que Robbie está no caso, especialmente já que ela é um dos maiores recursos do DCEU. Quando a atriz australiana não está colecionando indicações ao Oscar por seus filmes menores e mais dramáticos, ela interpreta a Dra. Harleen Frances Quinzel no DCEU. Ela é atualmente uma das atrizes mais bem pagas de Hollywood e começou sua própria produtora, a LuckyChap Entertainment, que já produziu filmes como Eu, Tonya, Aves de Rapina e Bela Vingança. Basicamente, Robbie não é só talentosa na frente das câmeras, mas é ativa nos negócios por trás das cenas de Hollywood, também. Ela é uma presença consistente no DCEU durante um período turbulento de substituições e recomeços. E tudo isso pode significar que um futuro com a Arlequina de Robbie e com a Hera Venenosa juntas nas telas é muito possível.

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

Conversando com a Total Film na nova edição da revista, Margot Robbie fala sobre como é interpretar a Harley Quinn na visão de três pessoas diferentes. Confira:

A Arlequina de Margot Robbie apareceu em dois filmes da DC até agora e a atriz reprisará seu já icônico papel em O Esquadrão Suicida, de James Gunn. Ser dirigida por três cineastas diferentes significa que cada filme mostra um novo lado da vilã, mas Robbie continua a deixar sua marca inesquecível na personagem.

”Uma das primeiras coisas que disse para o James foi que penso na Harley como uma agente do caos”, Robbie conta para a nova edição da Total Film. “Ela não é necessariamente o seu centro da narrativa, e algumas vezes é ótimo quando pontos do enredo são carregados por outros personagens e ela pode ser o que causa uma sequência inteira de eventos. Isso é algo que senti que ele concordou comigo, baseado no que estava lendo do roteiro.”

Parece que diretores diferentes trazem características diferentes da Harley à tona. “[Em termos de] como ela mudou, é sempre interessante explorar quais características os diretores se sentem atraídos na personagem”, diz Robbie. “O denominador comum é o material fonte, que de qualquer forma, é sempre o que uso para construí-la. Então ela evolui diferentemente sob a direção de pessoas diferentes.”

A Arlequina de Robbie foi dirigida anteriormente por David Ayer, em Esquadrão Suicida de 2016, e por Cathy Yan em Aves de Rapina.

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

Em uma entrevista para o Pride Source, Margot Robbie falou sobre sua apreciação pela comunidade LGBT, seu novo filme Mary Queen of Scots, seus trabalhos passado e sobre o relacionamento de Harley Quinn e Poison Ivy, que são namoradas nos quadrinhos da DC Comics. Confira a entrevista:

Após uma época feroz indicada ao Oscar como a escandalosa patinadora Tonya Harding em I, Tony no ano passado, Margot Robbie está fora do gelo e liderando a corte real como a Rainha Elizabeth I em Mary Queen of Scots. Exercendo poder sobre a Europa durante o século 16, nada podia parar Sua Majestade – nem mesmo sua prima, Mary Stuart (interpretada por Saoirse Ronan)

Sua briga viciosa e mortal, o resultado do pedido de Mary para ser a herdeira de Elizabeth, é narrada com uma deliciosa mordida matriarcal para a era do #MeToo, com uma beleza glamurosa de época (aqueles vestidos!) e uma decaptação bastante famosa no filme diverso da diretora Josie Rourke. O roteiro de Beau Willimon também mostra um olhar delicado e de partir o coração sobre a homossexualidade no Período Elisabetano por meio do cortesão, secretário e amigo italiano de Mary, David Rizzie, conhecido no filme apenas por Rizzio e interpretado por Ismael Cruz Cordova.
Líder nas bilheterias em filmes como O Lobo de Wall Street de 2013 e Esquadrão Suicida como a guerreira Harley Quinn em 2016, um papel que ela irá reprisar em 2020 em um spin off solo Birds of Prey (and the Fantabulous Emancipation of One Harley Quinn), a atriz australiana de 28 anos é uma rainha em seus próprios direitos.

Quais dicas você tem para as drag queens que pretendem se transformar na Rainha Elizabeth I?
(Risos) Bom, você definitivamente tem que evitar contrair varíola – você precisa de várias camadas de maquiagem para esconder as marcas! Então evite isso a qualquer custo. Para uma transformação drag, eu poderia falar uma lista do que não fazer: número um, não coloque chumbo e arsênico na sua maquiagem do jeito que a Rainha Elizabeth fez porque, uh, pode encurtar a sua vida. E eu amo que ela ficou com o cabelo vermelho e passou para tons mais vibrantes e penteados mais elaborados conforme os anos passaram.

O contraste com a maquiagem branca realmente funcionou para ela.
Mmhmmm! Contraste sério. Digo, ela tinha sobrancelhas muito finas. Eu não acho que isso esteja na moda hoje em dia. Não está na Vogue agora.

Mas se você quer mesmo se montar…
Exatamente. Se você quer deixar claro que você quer ir no caminho da Rainha Elizabeth, sim, as sobrancelhas finas são a revelação. Maquiagem branca. Peruca vermelho fogo. E muito brilho. Jóias em tudo!

Elas usavam jóias de um jeito diferente. Ao invés de usar colares, pulseiras e brincos, o que elas usavam também, jóias, diamantes e rubis eram costurados em suas roupas, o que achei incrível. Então, quando elas se despiam – as damas ficavam esperando para tirar suas roupas – as jóias ficavam no chão e alguém vinha com uma pá e varria elas para a próxima roupa.

Quando você leu o roteiro, você ficou surpresa da homossexualidade presente no filme? E você ficou desapontada que Mary tinha um amigo gay em Rizzio e você não?
Sim! Eu fiquei com inveja da história da Mary em geral. Na verdade, eu acho que isso foi uma grande parte, que Elizabeth era mais isolada. Eu acho que isso foi um pouco auto-infligido, ela tinha tanta desconfiança de quase todos ao redor dela e uma natureza muito cínica de autopreservação, então ela se isolou. Ao longo dos anos, você pode observar que seus vestidos ficam cada vez maiores, ela literalmente está mantendo distância de um braço das pessoas em todos os momentos. Então, eu tive muita inveja que eu não tive o mesmo relacionamento que Mary e Rizzio. Muito injusto. (Risos)

O que te deixou mais surpresa sobre esse período?
Eu fiquei interessada em descobrir que durante o Renascimento, a sexualidade era mais liberal do que hoje em dia. É interessante considerar isso, ou reconhecer como colocamos um rótulo em tudo hoje em dia. Rotulamos tudo, e ao fazer isso nós geralmente simplificamos coisas mais complexas. Somos muito rápidos em dizer, “Essa pessoa é hétero, essa é bisexual, essa é gay, essa é republicana, essa é qualquer coisa,” e colocamos rótulos em tudo.

Mas durante o período Renascentista, em termos de sexualidade, eles eram bem mais fluídos, e bisexual não era um termo que colocavam em alguém – era muito comum homens serem casados e dormirem com outros homens. Não era algo que as pessoas sentiam necessidade em rotular.

Então isso foi interessante, e olhando para o lado das mulheres na época, particularmente as monarcas, elas literalmente eram um corpo. Era como uma mercadoria. Produzir um herdeiro homem era o propósito, e quando faziam isso, elas eram meio que deixadas de lado. Então, foi interessante de ver, em um lado, como a sexualidade era liberal e aberta na época – mas, por outro lado, como as mulheres eram vistas como uma mercadoria, e não mais do que um conduite para o sucessor homem.

Mudando para sua interpretação de Tonya Harding, você sabia que você estava interpretando alguém que muitos na comunidade LGBTQ consideravam um ícone queer?
Eu não sabia na época. Eu ouvi sobre isso, e pensei, “Oh, ela tem algumas roupas de patinação muito divertidas!” Mas me conte mais sobre isso.

É seu status de azarada.
Status de azarada, adorei isso. Bom, como australiana, nós sempre procuramos histórias azaradas, de qualquer jeito, então sim, é uma das razões pela qual interpretei ela.

Ser azarado é uma coisa de australiano?
Sim, sim. Sempre. O país se identifica como azarado e tem essa mentalidade de lutar para ter seu lugar, então eu amo histórias assim.

Você luta pela comunidade LGBT. Você defendia a igualdade no casamento antes da Austrália legalizar os casamentos do mesmo sexo. Você até usou uma blusa escrita “Diga Sim Lá Embaixo” quando você apresentou o Saturday Night Live em 2016. Dezembro marca um ano desta lei. Como você comemorou a legalização do casamento de mesmo sexo na Austrália no ano passado?
Honestamente, eu quase não quis comemorar porque estava muito chateada que demorou tanto tempo para legalizarem. Quando legalizaram em toda a América foi quando eu quis comemorar. Eu pensei, “Wow, isso é uma grande coisa para a América.” Para mim, a América tem tantos valores conservadores cristãos, em geral, então quando isso aconteceu foi realmente uma comemoração.

Mas a Austrália tem tanto orgulho em falar que é uma nação tão progressista – e, de muitos jeitos, é. A Austrália é incrível e pode ser muito progressista, mas o fato de que fomos tão atrasados nisso me deixa tão triste que eu quase não quis comemorar, porque eu pensei que não merecia comemoração.

Um pouco tarde demais, Austrália?
(Risos) Sim, tarde mais, Austrália! Não, não, foi agridoce. É claro que eu estava feliz e orgulhosa que finalmente nos juntamos ao século 21 nesse aspecto, mas ao mesmo tempo, foi agridoce. Eu realmente queria que tivesse sido bem mais cedo.

Você tem um irmão, Cameron, que se descreveu no Instagram como “gay demais da conta”. Você sabe do interesse da comunidade gay no seu irmão?
Não! Mas tenho certeza que ele vai adorar ouvir isso. Ele é incrível. Eu tenho dois irmãos e uma irmã, mas Cameron e eu éramos muito próximos quando crianças. Ele sempre foi meu melhor amigo – desde que nasceu, sério. Então, ele vai ficar muito animado ao ouvir isso. Ele realmente vai gostar.

Como ele se assumiu para você?
Bom, acho que cabe a ele contar. Não seria justo falar por ele. Mas, como eu disse, ele é meu melhor amigo, assim como todos os meus irmãos. Eu os amo imensamente e sempre amarei.

Ele te leva em bares gays?
Eu vou em bares gays e boates desde que tirei minha identidade – e provavelmente bem antes disso! Tinha essa boate fantástica em Melbourne, então quando eu fiz 18 anos – é a idade legal para beber na Austrália – e enquanto eu estava morando em Melbourne, eu costumava ir sempre, porque nas noites de sábado eles faziam uma performance musical com drags. Sempre era incrível. Eu não sei como elas organizavam para cada semana. Eu não sei como encontravam tempo ou as roupas; elas tinham roupa, música, coreografia. Mas todo sábado íamos nessa boate e nos divertíamos muito. E eu lembro que uma vez elas fizeram uma performance de Wicked, e era a melhor coisa que você poderia ter visto. Então, eu vou para boates gays desde que eu fui permitida legalmente a ir para boates. Eu sempre me divirto mais.

Essas rainhas estarão muito orgulhosa de vê-la interpretando uma rainha
Sim, eu espero!

Ironicamente, você entrou em uma orgia gay vestida em Versace em O Lobo de Wall Street. Foi a primeira vez?
Foi a primeira vez. Eu nunca entrei em orgias gays antes.

Usando Versace, nada mais.
Usando a roupa mais fabulosa da Versace! Eu realmente queria que ela tivesse mais tempo de tela, eu acho que vocês não conseguem ver tudo, mas tinha botas incríveis vintage da Versace que iam até o meio da panturrilha.

Odeio ter que dizer isso, Margot, mas eu acho que a cena era sobre suas botas.
Sim, sim, sim. Eu acho que ninguém estava olhando para as botas. Mas assistir Martin Scorsese coreografar uma orgia gay foi honestamente um destaque na minha carreira. Ele abordou isso com tanto profissionalismo e dedicação como qualquer outra cena do filme. Quero dizer, muitas cenas são absolutamente loucas com o tanto de coisa acontecendo, mas vê-lo orquestrar uma orgia gay foi honestamente uma experiência maravilhosa.

Eu li que Scorsese trouxe outro coreógrafo, Michael Arnold, para ajudar a organizar a cena.
Sim! Foi complexo. Havia muita coisa acontecendo. Foi maravilhoso fazer parte disso, no entanto.

Em agosto, a DC Comics confirmou que a Harley Quinn e Poison Ivy são casadas, e em 2020, você irá interpretar a Harley em seu próprio filme. Para Birds of Prey, você está pensando sobre como Harley será retratada quanto sua sexualidade?
Sim. Se você lê os quadrinhos, você sabe que a Poison Ivy e a Harley tem uma relação íntima. Em alguns quadrinhos, eles transmitem como amizade, em outros, você pode vê-las realmente envolvidas sexualmente como um casal. Eu estou tentando – eu amaria ter a Poison Ivy no universo, porque a relação dela com a Harley é uma das minhas coisas favoritas nos quadrinhos, então estou procurando explorar isso nas telas.

Você já pensou em quem você quer interpretando a Poison Ivy?
Quer saber? Eu já pensei muito sobre isso, mas ninguém específico aparece. Estou com a mente aberta.

Você tem uma produtora, a LuckyChap, que está empenhada em produzir filmes com mulheres no papel principal. O quão consciente você está sobre a inclusão LGBTQ nos filmes e séries que vocês produzem?
Nosso objetivo sempre foi contar o máximo de conteúdo feminino com cineastas mulheres possível. É um grande aspecto incluir conteúdo para a comunidade LGBTQ. Nós fazemos filmes para o público amar. Uma grande parte do público é a comunidade LGBTQ, então obviamente faremos conteúdo para todos. Eu acho que não existe uma pessoa que possa dizer que não possui ninguém próximo que faz parte da comunidade, então é claro que é importante. É uma parte da vida de todo mundo, todos irão se relacionar com essas histórias. Nós temos muitas coisas acontecendo, na verdade, na produtora, especialmente no lado da televisão. Eu não tenho certeza de quando serão lançados, não anunciamos nada ainda, mas tudo o que eu posso dizer é, absolutamente. Queremos sempre fazer histórias para todos.

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

Margot Robbie revelou ao MTV News que está trabalhando em um novo spin off da Harley Quinn totalmente separado de Gotham City Sirens e Harley/Joker! Confira o vídeo legendado pela nossa equipe: