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14.10.17
Fotos + Vídeos: Margot comparece ao Good Morning America em Nova York

Margot visitou os estúdios do Good Morning America, em Nova York, para promover seu novo filme, Goodbye Christopher Robin. A atriz primeiro deu uma entrevista sozinha e depois com todo o elenco do filme. Confira as fotos e vídeos abaixo:

postado por Mari na categoria Entrevistas
13.10.17
Margot Robbie: “A coisa mais incrível que está saindo disso é o apoio às mulheres”

Durante a premiere de Goodbye Christopher Robin em Nova York, Margot foi questionada pela Variety sobre as acusações de abuso sexual de Harvey Weistein. Confira sua resposta:

“Eu acho que a coisa mais incrível que está acontecendo é que a indústria e as pessoas estão apoiando as mulheres que estão falando sobre os casos,” Robbie disse. “Eu acho que isso só pode trazer uma mudança positiva, não somente para a nossa indústria, mas para todas. Eu acho que a conversa sendo prevalente e as pessoas realmente abraçando a ideia de avançar de um jeito positivo, é o melhor que pode sair disso.”

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

postado por Mari na categoria Entrevistas
12.10.17
Margot Robbie fala sobre caso Weinstein e Cara Delevingne

Durante a premiere de Goodbye Christopher Robin, na noite de ontem em Nova York, Margot falou sobre o caso do produtor Harvey Weinstein que foi acusado por abuso sexual por muitas mulheres, incluindo sua amiga Cara Delevingne. Confira o que a Margot falou sobre a polêmica:

Margot Robbie não tem medo de apoiar sua amiga e co-estrela em Esquadrão Suicida, Cara Delevingne, após a atriz e modelo apresentar alegações de abuso sexual por Harvey Weinstein na quarta feira.

“Cara é uma querida amiga e eu já sabia que ela era uma mulher feroz e corajosa. Hoje isso foi comprovado novamente,” Robbie contou à jornalista do ET, Nischelle Turner, durante a premiere de seu novo filme, Goodbye Christopher Robin.

“Eu acho que a situação inteira é muito perturbadora e triste, mas eu espero que saia algo bom da conversa ao redor dela,” ela continuou. “O fato de que essa conversa é tão prevalente e tantas mulheres estão apresentando suas histórias corajosamente, eu acho que a cultura precisa mudar. Isso não pode mais ser ignorado.”

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

postado por Mari na categoria Entrevistas
06.10.17
Margot Robbie é capa da edição de novembro da revista W

Margot está em mais uma capa de revista! Dessa vez a atriz aparece na capa da edição de novembro da revista W e você já pode conferir as fotos e entrevista traduzida:

Quando Margot Robbie leu o roteiro de I, Tonya, uma biografia sobre a famosa patinadora Tonya Harding, ela achou que a história era completamente ficção. “Eu pensei que o roteirista era muito estranho e louco para criar algo assim,” ela me disse, ainda parecendo um pouco atordoada com os giros fora do comum na vida de Harding. (em 1994, a patinadora foi famosamente envolvida em uma conspiração para machucar sua inimiga Nancy Kerrigan após um homem a atacar com um bastão.) Estávamos na locação para a sessão de fotos da W em Snug Harbor, um lugar isolado em Staten Island fundado em 1800 como um refúgio para os velhos marinheiros. Havia algo degradado e pobre sobre o cenário, mas Robbie, que tem 27 anos, é uma menina brilhante: Com cabelos loiros e jeito envolvente, ela não consegue não brilhar.

É por isso que é tão extraordinário que Robbie conseguiu sumir completamente na personalidade obscura de Harding. Uma caipira de Oregon, Harding era o oposto das patinadoras tradicionais. Ela era bruta e espalhafatosa, e sua patinação era poderosa e atlética ao invés de graciosa e em forma de ballet. O ex marido de Harding, Jeff Gillooly, e seu segurança, Shawn Eckardt, foram acusados de conspiração criminal para cometer agressão. Enquanto Kerrigan se recuperava de seus ferimentos a tempo de competir nas Olimpíadas de 94, o incidente empurrava Harding para a fama nos tablóides e acabava com sua carreira de patinadora.

“Eu tinha quatro anos e estava morando na Austrália na época,” Robbie disse. “A notícia chegou até lá, mas eu não fiquei sabendo.”

Impactada com o roteiro, Robbie imediatamente concordou em estrelar e produzir o filme, apesar do fato de nunca ter patinado em sua vida. “Eu treinei durante quatro meses, cinco dias por semana, quatro horas por dia,” ela lembra. “Na véspera de Natal, eu estava no rinque. E agora eu sinto falta. Eu guardei meus patins, mas eu disse adeus para um mundo de dor que eu não sabia que vinha junto com a patinação.”

Robbie não somente tinha que ser convincente no gelo, ela também tinha que assumir o desafio mais difícil que era o sotaque e o físico de Harding. “Assim que eu colocava a peruca, que alterava a minha raíz, e descoloria minhas sobrancelhas, eu começava a ver a Tonya,” Robbie disse. “A parte mais difícil foi perder minha risada natural. Eu precisava ter a risada de Tonya. Eu não conseguia fazer um axel triplo como a Tonya, mas eu conseguia fazer sua risada como ninguém.”

A vida de Harding, por sua conta, foi violenta: No filme, sua mãe (interpretada brilhantemente por Allison Janney) abusava dela fisicamente, assim como Gillooly (interpretado por Sebastian Stan). “Eu estava preocupada que depois de algumas cenas de briga a gente perderia o público,” Robbie me contou. “Quando exibimos o filme no Toronto International Film Festival, todo mundo arfou quando Gillooly bateu nela. Mas seis minutos depois, ele fez algo gentil, e fizeram ‘Ahhh!'”

Robbie fez uma pausa. “Isso foi interessante para mim, e explica algo sobre a natureza traiçoeira da violência doméstica: O público o perdoou tão rápido. Então, como você pode culpar a Tonya por voltar para ele?”

Antes das filmagens começarem, Robbie e seu diretor, Craig Gillespie, foram até Portland, Oregon, para conhecer Harding pessoalmente. “Eu queria ter uma diferença clara entre a Tonya “verdadeira” e a que eu iria interpretar,” Robbie explicou, adicionando que ela já tinha feito sua cabeça sobre como ela abordaria a personagem. “Eu não queria suavizá-la,” ela disse. Eu perguntei Robbie se ela acredita que Harding é inocente ou não. “No começo, eu não tinha certeza. Algumas coisas não encaixavam. Os fatos estavam confusos.” Ela sorriu. “Mas quanto mais eu me tornava Tonya, mais eu via as coisas pelo ponto de vista dela. Eu estou 100% do lado dela. Eu não acho que ela fez nada mais do que ser diferente do que o mundo queria. Existem pessoas desajustadas legais, e então existe a Tonya. Ela não se encaixava. E eu amo isso.”

Lynn Hirschberg: Tonya Harding virou boxeadora. Você teve que aprender esse esporte também?
Não. Eu já tinha feito muitos treinamentos de boxe para interpretar Harley Quinn em Esquadrão Suicida. Então o boxe não era um problema. Eu fiz muitas cenas de ação naquele filme, e eu pensei, eu posso pegar as coisas bem rápido com o treinamento certo – essa coisa de patinação vai ser moleza. Eu não sabia que era tão difícil. Não tem nenhum acolchoamento quando você cai no gelo. Nossa coreógrafa nunca era compreensiva. Quando eu caia, ela ficava, “Anda, levanta. Vamos!” Uma vez eu caí muito feio, e ela disse, “Essa foi uma queda real de patinadora, você pode descansar um minuto.” Eu fiquei muito orgulhosa, com lágrimas escorrendo no meu rosto.

Você gostou de usar as roupas bregas de patinação da Tonya?
Nós replicamos cada uma delas. Muitas pessoas sentem nostalgia da época de Tonya Harding. Ela costurava seus próprios trajes! E durante as filmagens, eu costurei o laço no meu traje. Nós tínhamos todas as filmagens, não poderíamos inventar essas coisas. Em uma entrevista, a mãe de Tonya, LaVona, usou um casaco de pele com um passarinho de verdade em seu ombro. Se tivéssemos tido essa ideia, as pessoas ficariam, “Isso é ridículo.” Mas é o que eles realmente usaram.

Você saiu no Halloween passado? Você viu todas as Harley Quinns?”
Sim! Muitos dos meus amigos se vestiram de Harley Quinn no Halloween. Quando eles começaram a me mandar mensagens, “O que estava escrito na tatuagem da sua coxa direita?” Eu pensei que eles estavam me zoando. Eu fiquei tipo, “Ha, ha.” Mas eles responderam, “Não, sério, nós vamos nos vestir de Harley no Halloween!” E muitos meninos se vestiram como ela também, o que foi a minha parte favorita. Todo Halloween eu me visto de personagem masculino porque eles sempre são os mais divertidos. Desde a primeira vez, eu nunca entendi as fantasias sexy. Eu saí de Jason de Sexta Feira 13, com o macacão e machete. Eu estava em Nova York neste ano e estava nevando. Eu pensei, “Com certeza, todos vão estar cobertos.” Mas todas as mulheres estavam de lingerie. Minha fantasia favorita, na verdade, foi o personagem do James Franco em Spring Breakers. Eu fiz tranças no cabelo, coloquei uma blusa havaiana e prótese dourada nos meus dentes. Eu arrasei! Eu sempre me vesti de personagens masculinos, então pensar que os meninos agora estão se vestindo de Harley porque ela é a mais legal e mais louca, é muito incrível.

Você tem outro filme, Goodbye Christopher Robin, sobre A.A. Milne, o criador de Ursinho Pooh. Você é bem mais vilã nesse filme do que em I, Tonya.
Minha personagem em Christopher Robin não é para ser vilã, mas ela tem umas qualidades menos resgatáveis. Eu interpreto a mãe de Christopher, Daphne Milne, uma mulher muito glamurosa e aristocrata de 1930. Se ela estivesse viva atualmente, ela estaria trabalhando com moda. Uma CEO em alguma grife ou algo assim. Ela tem muita energia. Mas naquela época, ela era esposa de um escritor. Então ela mantinha seu marido na linha, e eles construíram esse império de O Ursinho Pooh. Sem perceber, ela acaba arruinando a infância de seu filho.

Daphne e Tonya não poderiam ser mais diferentes!
Eu entendo as duas, mas eu sinto mais falta da Tonya. Alguns personagens, como a Daphne, eu posso me soltar facilmente. Mas Tonya não. Ainda não terminei com ela. Eu acho difícil deixá-la ir.

Fonte | Tradução & Adaptação: Equipe Margot Robbie Brasil

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